Resumo:
O incessante deslocamento dos atores do conhecimento transforma os lugares da cultura em redes com altos níveis de complexidade. Nesses espaços, desenvolvem-se leituras marcadas por imaginários, valores e percepções que reúnem processos de arquivo, anarquivo, interseção, fragmentação, compartilhamento e heterogeneidade. Nesse cenário, as teorias de rede podem funcionar como novos quadros de referência não só para a circulação e a aquisição do saber literário-cultural, mas também para o planejamento de políticas públicas nessas áreas, em níveis nacional e internacional.