![]() |
![]() |
[ VOLTAR ] |
O mestre-sala: um dândi-cambinda
Eliane de Souza (UFRJ)
Pedindo auxílio a Roland Barthes, em Elementos de Semiologia 1, vamos especular sobre o signo dândi, palavra, que nos diz o dicionário, ser uma qualidade para o homem que se veste muito bem e com muita elegância, usando roupas requintadas, revelando bom gosto. O dandismo, descrito por Barbey d'Áurevilly, é um incopiável estilo próprio, uma elegância personalíssima, causadora de espanto e escândalo, contudo, o dândi do final do século XIX, apesar de conservar o seu aspecto exterior singular e excitador, nos apresenta uma outra postura, ao se tornar filosófico e literário por influência de Baudelaire, poeta da tragédia da existência, que nos revela as duas proposições fundamentais do dandismo: fazer o culto de si mesmo, deleitar-se por ser motivo de admiração e orgulhar-se por jamais ser surpreendido. Revestida de signos de denúncia, a alma do dândi, plena de valores próprios que se confrontam com os do sistema, revela uma atitude de rebeldia.
Agora vamos tecer considerações, a partir do ponto de vista do sambista iluminado pelas sábias palavras de Latuf Isaias Mucci em Ruína & simulacro decadentista , 2 que se referindo aos cultos iniciáticos do decadentismo, nos fala do ressurgimento do dandismo, forma renovada de ser diferente, especial, único. Dandismo, o signo fatal, diferença vista como maldição, fenômeno cuja história tem origem no início do século XIX. Mas qual é a real significação deste fenômeno, que imagem psíquica encontramos nele, qual matéria está substituída por esta palavra que soa, assim, tão desconforme aos ouvidos do sambista? É com todo este questionamento, neste processo, quando sentimos a união conteúdo-expressão, que podemos entender este signo.
Mil oitocentos e noventa e três: fotografaram, em alguma data e lugar do planeta, o “casal” Wilde e Bosie, o escritor Oscar Fingal O'Flahertie Wills Wilde e Lord Alfred Douglas. Oscar Wilde, cujo único romance, O Retrato de Dorian Gray , que a professora Cida Donato em seus estudos, declara ser a farsa de uma época que se disfarça entre a face e as máscaras de uma sociedade desejosa de, a todo custo, apresentar-se moderna; foi fundado no Rio de Janeiro, no dia 6 de janeiro, o Rancho Rei de Ouros, pelo negro baiano Hilário Jovino, que ali, desenvolve a coreografia e a postura do mestre-sala, reinvenção negra dos códigos de elegância das elites francesas, no corpo de um homem transfigurado em cavalheiro educado e gentilíssimo, que bailando, corteja e protege a porta-bandeira durante as suas exibições com o pavilhão da agremiação carnavalesca, e, cujas vestes sempre estiveram em julgamento, antes mesmo de se avaliar sua forma de dançar; nasceu no mês de outubro, em São Paulo, na Rua Aurora, Mário de Andrade, um mulato, o dândi feio como era chamado por Telê Lopez, e que no ano de 1923, se encantou, no Rio de Janeiro, lugar onde viveu alguns anos, com uma escola de samba e escreveu o poema “Carnaval Carioca”:
Ah, que não me esquecerei jamais
Daquela noite de janeiro,
faz dois anos, em que vi descer do morro uma escola,
cantando aquele admirável
samba [...]
....................................................................................
[...] E, no caso, o nosso
caracter nacional, não definido,
atravessado de internacionalismos
e influências estrangeiras fataes,
seria essa necessária tradição.
Quem sabe se com este melancólico poema, nosso modernista modificou o destino do samba do morro ao profetizar que “seria essa necessária tradição” e determinou que o carnaval do Rio de Janeiro se transformaria nesta festa que foi eleita a maior festa popular do mundo, resultado de pesquisa realizada por internautas internacionais e divulgada recentemente. O carnaval carioca é festa, e festa é indestrutível, segundo Bakhtin; e conforme anunciou o antropólogo Roberto Da Matta, na festa “tomamos consciência de coisas gratificantes [...] que somos bons dançarinos e que valsamos com graça e leveza, pois na festa alguém assim nos disse [...]” 3.
Festa e cidade, fenômenos da civilização; a festa é um dos critérios primordiais da cidade, ela movimenta a cidade, e a festa de carnaval da cidade do Rio de Janeiro é desfile de escola de samba, logo é samba, palavra que no dialeto congolês, bantu, significa reza, oração, mas também é semba , umbigada, umbigo, local do corpo onde o homem tem origem.Tanto samba quanto semba prescindem do batuque, pois rezando ou quizombando o negro responde ao apelo do atabaque cujo som move o AXË e exige que o corpo dê a resposta na escritura da dança.
Que relação podemos encontrar nestes fatos tão distintos? Descobrimos a relação quando encontramos: homem-espaço. De novo, com o apoio de Barthes, refletimos: signo compõe-se de um significante e um significado, do plano da expressão e do plano de conteúdo, da forma e da substância. Então, perguntamos o que é um dândi? A palavra dândi nos remete a imagem do homem belo, cortês, refinado e elegante em falas, gestos, indumentárias. Uma imagem que reflete como espelho e no espelho que se alarga em seu entorno, no espaço, potencializando uma forma concreta, verdadeira, estruturada, e o espelho “diz a verdade de modo desumano” 4, portanto, podemos nele confiar. Eis o signo dândi. O dandismo é uma instituição vaga, uma religião, uma doutrina de afrontamento e de originalidade, que impõe, a seus membros, regras severas. Fenômeno masculino, ele tem como uma de suas seduções, a feminilidade.
Qual é o seu palco na história? Seu palco se instala quando existe fragilidade, hesitação e descrédito do poder, da sociedade e dos costumes, nas épocas de mudanças. Quem são “os outros” nos quais ele encontra espelhos? Recitando Umberto Eco: [...] no espelho [...] verei sempre a mim mesmo [...] 5, podemos arriscar, dizendo que ele se espelha naqueles que exalam rebeldia e naquilo que exige denúncia, com o propósito de idealizar uma nova forma de viver. Como podemos vê-lo na escritura? Pois sendo o que se vê e o que parece ser o que é, podemos ler em sua escritura, como afirma Mucci, um “repertório próprio de valores em oposição ao sistema moral da consciência burguesa” 6. E, por fim, em que lugar vive este homem tão provocante? Em qualquer espaço, na amplidão do mundo sem limites de fronteiras, na verdade, este fenômeno revolucionário e ilusionista, muito antigo, sol poente, porém, nascente a cada dia, visto que dândi não morre e traz, em sua origem, o caráter de oposição e de revolta, a necessidade de combater e acabar com o trivial, viveu, vive e viverá no lugar onde uma figura singular, buscando-se na luz dos espelhos, revelar a postura dândi na cultura, na pesquisa, na obra e na arte.
Traçamos, então, uma linha do tempo, onde fatos e fotos narram o cenário pleno de bantos e nagôs, mulheres e homens, modernistas e sambistas, que provocando escandalosas turbulências, antropofagicamente devoraram e digeriram as fluências e influências das diferentes ações culturais, na cultura que teria na Cidade do Rio de Janeiro, a face da brasilidade e que revelou “a dança mais genericamente brasileira, mais exclusivamente nossa”. 7 A nossa cidade, desejosa de vir a ser maravilhosa, modernizou-se seguindo o estilo parisiense, limpo e amplo, belo e culto. Lembramos aqui, de uma passagem do romance de Wilde (1890) na qual seu personagem Dorian, observava a “vergonha sórdida da cidade grande” e nos remetemos à reflexão feita por Cida Donato sobre o romance, quando analisa a cidade de Paris, como o lugar da solidão do homem em meio à multidão, espaço em plena mutação, que contrariando a proposta da literatura decadentista, vem, vez em quando, se exibir na narrativa. De volta, porém, à cidade do Rio de Janeiro, ali encontramos igualmente, um homem solitário e invisível, que transita entre a riqueza e a pobreza, de um lado da cidade, a burguesia deslumbrada com o poder econômico em crescimento e do outro, um mundo subterrâneo e marginal habitado por afro-descendentes. Em um de seus ensaios, The Truth of Masks (1885), Wilde dá ênfase à aparência, à máscara e à indumentária com as quais o artista confronta o mundo, numa afirmativa “[...] A verdade é algo cujo oposto também é verdadeiro. [...]”, influência de Walt Whitmam. No Rio de Janeiro, o negro baiano, recém chegado de sua terra, para garantir a visibilidade, incorporou o que a elite exigia: o refinamento, as boas maneiras, a aparência de luxo e riqueza, numa seriedade...e, sem deixar de dar seu toque galhofeiro, desenvolve na figura do mestre-sala, os códigos de elegância, de refinamento da corte do rei Sol, veste-o com uma indumentária luxuosa, que tem a função de lhe conferir poder, postura e dignidade, roupa reveladora da troca de posição: o que eu sou pelo que eu quero ser, do desejo de liberdade e do disfarce. Ora, Wilde, na escritura de seu romance lança mão de símbolos: o retrato, o livro amarelo, o teatro, o Narciso Branco, Dorian tocado como um violino, a ópera, a casa de ópio; Jovino, na escritura da coreografia do mestre-sala, impõe objetos simbólicos como: a cabeleira, a casaca, a capa, o cinto, as luvas, o bastão, o leque, o lenço de seda e o sapato. Umberto Eco 8 afirma que a roupa é uma linguagem, um aspecto da realidade; uma roupa prediz os sentidos que escondem ou expõem aquele a veste. Uma roupa ajuda seduzir, ela possui uma metalinguagem, aquilo que pode ser mostrado e não pode ser dito; quem coloca “uma veste” tem o espelho de si mesmo, sua própria alma, roupa é representação imagética do grupo que a utiliza, possui algo de mitológico, determina a classe social do indivíduo, por revelar o significado de sua posição na sociedade. As roupas, segundo Eco, realimentam os significados, comunicam, falam com forma especial de transmitir mensagens. Portanto, a indumentária tem o significado de identificação do homem com sua realidade, com o grupo ao qual pertence, com seu estilo, com sua época, com uma fase da história. Uma indumentária confere ao usuário alta visibilidade, fornecendo-lhe estímulo através de mensagens subjetivas e do seu simbolismo. Percebendo estes significados da indumentária, um outro negro sambista bastante exigente, nascido em 1901, Paulo da Portela, determinou aos componentes de sua agremiação de samba, cuidados com a aparência e os trajes, nos legando a máxima: pés e pescoço ocupados, isto é, o uso incondicional de sapatos e da gravata para confirmar o correto procedimento e a boa educação de seu grupo social.
Na cidade moderna, os sambistas confinados nos morros, nas periferias e nos subúrbios, contornavam as adversidades do meio, com música, tal qual aos árcades (povo antigo, muito recatado que era respeitado pelos gregos por suas virtudes e cordialidade), todavia, como para o negro, música não se separa da dança, eles cantavam, dançavam e representavam nos espaços de suas agremiações de samba. É neste espaço (aliás, foi na escola de samba de Ismael Silva, o sambista elegantíssimo, que freqüentava os saraus literários na casa de Aníbal Machado, que se confirmaram os trajes e a evolução do mestre-sala) que encontramos, nos rituais da dança do samba, uma figura singular com suas roupas sociais requintadas, reveladoras de seu corpo e estimuladoras da observação dos presentes, que se exibe e seduz a todos, inclusive ao poeta 9, que encantado, solta o verbo e escreve: “Ó mestre-sala, lírica invenção de Estação Primeira, entre as primeiras”.
Ao dançar, o mestre-sala exige total atenção da porta-bandeira, como se ela fosse um espelho no qual pode se mirar,
A magia dos espelhos consiste no fato de que sua extensividade-intrusividade não somente nos permite olhar melhor o mundo mas também ver-nos como nos vêem os outros: trata-se de uma experiência única, e a espécie humana não conhece outras semelhantes. 10
e através do qual pode se refletir; o seu ser feminino ali se manifesta através da sedução, portanto, é seu desejo, quase uma ordem, que o olhar dela se dirija única e exclusivamente para ele, e desta maneira não se encante com outros corpos dançantes, salvaguardando a bandeira. Fica mais fácil proteger a bandeira, estando a porta-bandeira estreitamente ligada a ele, por confiança e afeição, conseqüentemente, ele a seduz, e ela, encantada com sua figura apaixonante e com a sua coreografia escrita em gestos e movimentos, não encontra tempo para outros amores. Na fala de Élcio PV, mestre-sala de muitos estandartes de ouro, confirmamos: “ [...] sem a ternura que domina o ser humano tomado da inspiração e do desejo de conquistar sua amada, não pode haver ritual do mestre-sala. A essência da dança é a sedução [...]” 11.
Neste jogo de sedução, a platéia se envolve com a virtualidade 12 da dança, e o mestre-sala dissolvendo, um no outro, pensamento e corpo, num desdobramento de forças interagindo, num jogo total de poderes misteriosos diante do outro, faz surgir a ilusão da natureza da dança, trazendo para si a atenção dos presentes. Como afirmou Elcio PV, a essência do bailado é a sedução que garante a posse. Durante a exibição, o dançarino ganha visibilidade por sua performance, na qual busca a elegância em gestos 13, em movimentos harmoniosos e coordenados, ocupando o espaço e nele escrevendo, com o corpo, frases de movimentos expressivos que formam um texto-coreográfico, no qual a platéia consegue fazer a leitura dos motivos de sua presença naquela cena de samba.
A dança do mestre-sala é muito mais elaborada, criativa e improvisada do que a da porta-bandeira; ele rememora, inclusive, passos chamados “letras”, remanescentes dos Cordões de Velho, antigas instituições que desfilavam no carnaval do Rio de Janeiro, numa atitude igualmente melancólica, esplendorosa e heróica, tal o retrato do dândi, traçado por Mucci 14, com o objetivo de chamar a atenção para si, mostrar que está presente como personagem da narrativa, como dançarino em sua arte, e como pessoa representante de sua comunidade. Ele precisa dar visibilidade a sua comunidade! Sua dança é uma carta de denúncia. O mestre-sala na escritura de sua coreografia, conforme afirmou Carlos Cachaça, compositor da Estação Primeira de Mangueira, deve estudar os passos e movimentos da dança, como se ela estivesse escrita, para que ao executá-la, o “pessoal da casa” possa “ler”, analisar e criticar a sua performance, e isto muito se parece com a descrição que Mucci faz do texto decadentista, que “contempla-se a si mesmo, num exercício autotélico, tautológico ad infinitum, exibindo seus ornamentos, suas jóias, sua singularidade, sua provocação.” 15
Se Mário de Andrade, que não se enquadrava nos padrões de beleza britânica, era um mulato assumido que tinha na postura e na escritura uma pose dândi, revelada em sua cultura, arte, pesquisa e obra, e se, o seu Macunaíma nos apresentou o perfil do homem brasileiro, cujas características são de um banto cambinda do grupo etno-lingüístico quibundo-quicongo, negro ágil, insinuante e airoso, muitas vezes acomodado e leviano, aproveitador e preguiçoso, cujas preferências são: comer, beber, dormir e dançar com primor; um herói sem nenhum caráter, tanto para o bem quanto para o mal, aqui também desejamos encontrar a essência dândi-tropical.
Buscando na história de vida 16, que através de seu caráter generalizante, mas com riqueza de detalhes que oferecem novas variáveis, levantando diversas questões e sentido aos processos de pesquisa, por colocá-los em movimento, vamos especular sobre o mestre-sala, este dândi-cambinda, a partir de falas e gestos, eternizados em fotografias, relevantes e significantes para a nossa compreensão, por oferecerem, também, respostas às nossas perguntas, cujas informações se evidenciaram e que, desta forma, podem ser encontradas. Para melhor capturar a experiência do artista do samba, circulamos no espaço de ensaios dos dançarinos, registrando seus passos, movimentos, gestos e trajes, como se estivéssemos escrevendo suas memórias, crônicas e retratos, numa biografia dançante. Notamos o orgulho dos dançarinos por serem entrevistados e fotografados, isto é, neles distinguimos, o prazer de causar admiração e a tranqüilidade de estar integralmente diante de nossos olhares enamorados, pela sua história, sua dança, sua aparência, sua apresentação. Ouvimos as recomendações dadas pelos mais velhos: “a roupa tem de combinar com o dançarino. Traje-se de acordo, esteja sempre preparado, com a cabeça erguida, tenha estilo próprio, utilize sempre seus complementos de elegância. Receba bem e agrade aos visitantes. Dance com categoria, com muita elegância e charme. O mestre-sala é o espelho da agremiação de samba.” e, dos dez dançarinos entrevistados, indicações de suas preferências no “culto a si mesmo”: as roupas, sempre as sociais, com sapatos de couro, camisas de linho em cores branca, preta, azul, marrom, e sempre aquelas que remetem ao refinamento. Os perfumes constam na lista de necessidades básicas. A alimentação é variada, sempre acompanhada de sobremesa; as bebidas, de acordo com a idade do dançarino, os mais velhos sinalizaram o vinho como favorita, a música preferida é samba, porém a bossa-nova foi lembrada, assim como o bolero, o blues e o fox. Observamos que a atitude é de altivez provocante, que são notórios representantes do que há de melhor no orgulho do sambista, homem negro, e que desenvolveram um talento especial para agradar. Todos, com desembaraço, se deixaram fotografar.
Em êxtase e finalizando nosso encontro pleno de emoções, rememoramos Zéluiz, companheiro de andanças e danças, que com seu jeito moleque de sambar e estilo próprio, assina o chão com a ponta do pé e com muita elegância possibilita a dança da porta-bandeira: ”Quando eu parar de dançar é porque parei de sonhar”.
BARTHES, Roland. Elementos de Semiologia . São Paulo: Editora Cultrix.1964, p.39-58.
MUCCI, Latuf Isaías. Ruína & simulacro decadentista: uma leitura de II piacere, D'Annuzio . Rio de Janeiro, Tempo Brasileiro, 1994. p. 48-53.
DAMATTA, Roberto. O que faz o brasil, Brasil? Rio de Janeiro: Rocco, 1994, p.81.
ECO, Umberto. Sobre os espelhos e outros ensaios . Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 199-, p.17.
ANDRADE, Mário de . Danças Dramáticas Brasileiras .p.20
ECO, Umberto. O hábito fala pelo monge, in Psicologia do Vestir. 3. ed. Lisboa: Assírio e Alvim,1989.
Carlos Drummond de Andrade emocionado com o fato de ser enredo da Estação Primeira de Mangueira no ano de 1987, escreveu um poema que foi publicado no Jornal “A Voz do Morro”.
Entrevista publicada no livro Dança do Samba: exercício do prazer do jornalista José Carlos Rego, 1996,p.60
Virtualidade-virtual: do latim virtuale -potencial; com condições essenciais a sua realização.
Santo Agostinho considerava os gestos e os movimentos dos membros uma das espécies de signo, de acordo com as afirmações de Elisabeth Bense, p. XX.
MUCCI, Latuf Isaías. A Escritura do Dândi na travessia da morte. Porto Alegre: ABRALIC, 2004.
HAGUETTE, Teresa Maria Frota. Metodologias Qualitativas na Sociologia . Petrópolis: Editora Vozes, 2000.