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As loucuras do riso: o riso transgressor em O exército de um homem só, de Moacyr Scliar
Edna Rodrigues Araújo (FESURV)

Na obra O exército de um homem só , de Moacyr Scliar, as expressões cômicas exigem que o leitor percorra um caminho dentro da narrativa para melhor compreensão do sentido do riso intratextual. O foco narrativo voltado para o personagem principal Mayer Guinzburg nos seus momentos de delírios e lucidez é um recurso usado pelo autor para que o leitor se envolva na história, passando assim a vivenciar cada momento na trajetória do Capitão Birobidjan em busca da construção de uma nova sociedade.

O teórico russo Vladimir Propp, em Comicidade e riso , traz várias definições do riso e de seus diferentes aspectos, expondo que "às vezes é bastante simples mostrar o ser humano tal qual ele é, ou representá-lo" 1. Em O exército de um homem só o aspecto cômico é explorado pelo autor quando deixa clara nas ações do personagem Mayer/Birobidjan uma involuntariedade, como no momento em que "Mayer levanta-se, os olhos úmidos, os cabelos agitados pelo vento, fazia gestos e movia os lábios; e embora não proferisse palavra, sabíamos que discursava e que uma multidão de homenzinhos o aplaudia" ( Ehs 2, 38). É esse automatismo decorrente de sua loucura que provoca o riso do leitor.

Veremos na narrativa vários momentos em que a expressão de comicidade estará estreitamente ligada à loucura em diversos sentidos e ações que se apresentam, pois "o louco afasta-se da razão, mas pondo em jogo imagens, crenças, raciocínios encontrados, tais quais, no homem de razão. Portanto o louco pode não ser louco por si mesmo, mas apenas aos olhos de um terceiro que, somente este, pode distinguir o exercício da razão da própria razão" 3.

Muitos aspectos humanos podem ser alvos do ridículo na vida física, moral e intelectual e "quem quer que se isole expõe-se ao ridículo, porque a comicidade é feita em grande parte desse isolamento. Assim se explica porque a comicidade é tão freqüentemente relativa aos costumes, às idéias - aos preconceitos de uma sociedade para darmos nomes às coisas" 4. Características mostram que as atitudes humanas são constantes alvos de riso devido às exigências que a sociedade faz para que o indivíduo se torne adequado às suas dinâmicas. Assim, há uma cumplicidade no riso principalmente com outros ridentes, e estes poderão ser reais ou imaginários:

de repente, uma visão fantástica: a Companheira Galinha ciscava calmamente no terreiro. Mas estava enorme, [...] O Capitão hesitou; depois soltando o grito de guerra [...], avançou contra ela. Ela se esquivava; Birobidjan a perseguia, pensando que a coxa deveria dar uma tonelada de carne: - Não foge, Companheira Galinha! Cumpre teu dever, traidora! Te sacrifica pela nova sociedade! Ou preferes o Tribunal do Povo? Vem cá! Tropeçou e rolou pelo chão. A Companheira Galinha sumiu. Quando acordou, era de madrugada... ( Ehs , 96).

As formas e atitudes cômicas tomadas em determinadas situações são alvos do riso porque o riso provém da surpresa e, segundo Henri Bergson, ele é, acima de tudo, uma correção que a sociedade usa para vingar-se daqueles que não conseguem se sobressair, como o caso do "idealista" Mayer/Birobidjan.

Procurando demonstrar todos os devaneios vividos por Mayer/Birobidjan durante sua tentativa de buscar aliados para a criação de uma nova sociedade, o autor diverte e atrai o leitor. Em vários momentos e lugares, as visões o dominam deixando no ar um misto de loucura e realidade, momentos em que o leitor deve ficar bastante atento, pois os devaneios parecem tão reais para o personagem Mayer/Birobidjan que podem confundi-lo quanto à distinção entre loucura e realidade. Tudo isto devido à grande facilidade que o personagem tem em jogar com os espaços temporais na obra e vivenciar todos os acontecimentos como verdadeiros para si :

De vez em quando, mexia nas caixas de botões, arrumava as prateleiras. Pouco a pouco, a modorra voltava a dominá-lo e ele via, de pé sobre o balcão, muitos homenzinhos sorrindo para ele. A princípio Mayer detestava as minúsculas criaturas e tentava afugentá-las, [...]. Aos poucos, porém, foi se acostumando, principalmente quando notou que ouviam com atenção seus resmungos e pareciam mesmo apoiá-lo ( Ehs , 38)

Mayer/Birobidjan apresenta em seus cotidianos momentos de loucura, manifestada por meio de ações que realçam a crítica sobre a realidade "lúcida" do seu ambiente, enfatiza deste modo a incoerência do mesmo com a sociedade: "Ele estava acomodado. Trabalhava na loja, trabalhava muito para dar conforto à sua família..., os dias eram sempre iguais..., as noites eram sempre iguais..." ( Ehs , 99). A sua lucidez, mesmo louco, deixa todos perplexos - inclusive a família - que não tem coragem de tentar trazê-lo à realidade, o que causa transtornos familiares:

Nosso pai descia a Felipe Camarão atacando as pessoas, pedindo que falassem com Mayer, que explicassem a ele que era preciso trabalhar, casar, ter uma família iídiche. Todos estavam convencidos disto, mas ninguém se atrevia a falar com Mayer - aquele irascível ( Ehs , 29-30).

Mayer/Birobidjan por gerar incômodo às convicções de vida, rompendo com as tradições moldadas por um status social, movimenta-se livremente na comunidade que o cerca:

Por insistência de Léia, Mayer entrou de sócio no Círculo Social Israelita; mas como não sabia dançar teve de tomar lições com um professor italiano, que se comprometeu a ensinar-lhe fox-trot, maxixe, a rumba, o tango e a conga em menos de uma semana. ( Ehs , 50-51)

A loucura de Mayer/Birobidjan revela o espírito humano que, de certa forma, possui todas as variedades de loucura, porém elas se limitam àquelas em que a sociedade aceita como lúcidas, exigindo assim que os membros que a compõe vivam de acordo com os padrões pré estabelecidos. "O louco tem seus bons momentos, ou melhor, ele é em sua loucura, o próprio momento da verdade; insensato, tem mais senso comum e desatina menos que os atinados." 5

A fuga dos padrões estabelecidos pelo status de lucidez, que se diz não preconceituosa, evidencia a exclusão social daqueles que persistem em viver em meio à concepção imaginária e irrealista da sociedade. Mayer/Birobidjan vivia em sua loucura a exclusão, porém sem ignorar a realidade, pois em determinados momentos parece até demonstrar pleno uso da razão : "como vai Léia? E Raquel? - perguntou ao filho. Léia ia bem; nunca o visitava. Raquel viera uma vez e pusera-se a chorar. Mayer pedira a Jorge que não a trouxesse mais ( Ehs , 128).

A busca de uma nova sociedade deixa o personagem Mayer Guinzburg em uma posição de solidão e abandono, que é desenvolvida na medida que tenta colocar seus ideais em prática "- Minha família! - Mayer ri. - Não querem saber de mim." ( Ehs , 130) ou "As pessoas olhavam aquela figura suja e rasgada e cochichavam." ( Ehs , 96), ou quando tenta iniciar o discurso sobre o trabalho e ninguém parece estar interessado em ouvi-lo:

Mayer sente que chegou a hora de falar. Põe-se de pé, fita-os um a um - Português, David Beveniste, Ana Santinha e anuncia, em voz tranqüila, porém enérgica; emocionada, porém firme; baixa, porém clara: - iniciamos a construção de uma nova sociedade. Fala sobre o que será a Nova Birobidjan... Otávio e David Beveniste ouvem-no sem dizer nada; Ana Souza ronca sonoramente. Por fim o Português diz embaraçado: - Acho melhor irmos dormir. ( Ehs , 155-6).

O que faz esta obra risível são as constantes manifestações da loucura, reveladas nas mais diversas ocasiões da narrativa, como após aquele longo período em que Mayer fica fora de casa e, quando retorna, é atacado pela mulher Léia, que

o perseguiu por toda a casa. Na cozinha bateu-lhe com a vassoura e uma colher de pau; no quarto, usou o travesseiro; no banheiro, conseguiu agarrá-lo e tentou enfiar-lhe a cabeça no vaso; na sala de janta, atirou-lhe pratos, bibelôs, quadros, um candelabro e um samovar ( Ehs , 97);

 

ou no momento em que José Goldman descobre o envolvimento de sua filha Geórgia com Mayer:

Mayer saiu correndo. José Goldman persegui-o um pouco, tropeçou e caiu. Mayer chegou ao edifício ofegante. Tentou enfiar a chave na fechadura mas não conseguiu; tremia demais. Parecia-lhe ouvir os passos de José Goldman atrás de si. "Me ajuda, meu Deus, me ajuda, é só agora, depois nunca mais, só agora..." Finalmente conseguiu entrar" ( Ehs , 121), - Léia forçando Mayer a comer: "A mulher se levantou e avançou contra ele. Mayer fugiu. Ela o perseguiu por todo o apartamento. Na cozinha atirou-lhe a batedeira e o liquidificador; no living, bateu-lhe com a antena da televisão; no banheiro, tentou afogá-lo na pia de mármore; no hall, atirou-lhe quadros, estatuetas e até um velho samovar ( Ehs , 122).

Devido às constantes cobranças familiares e sociais, poderemos discernir que os momentos de sonho (ideal inatingível, ilusório) e realidade (o que existe efetivamente) será para Mayer/Birobidjan uma constante dualidade, efetivada na busca de uma nova sociedade com bases socialistas, ­visando à promoção do bem coletivo e a justiça social.

Mesmo contrariando as normas e transgredindo as regras de conduta da sociedade, Mayer/Birobidjan insiste em construir um mundo melhor:

Há normas de conduta social que se definem em oposição àquilo que reconhece como inadmissível e aceitável. Essas normas são diferentes para diferentes épocas, diferentes povos e ambientes sociais diversos." (PROPP, 1992: 60)

Isso acontecerá mesmo que ele fique só lutando pelos seus ideais: "sabemos que Mayer Guinzburg lutará sempre, ainda que sozinho" ( Ehs , 12).

Mayer Guinzburg é reconhecido como uma pessoa estranha desde a infância, já que a loucura torna-se um traço característico de sua personalidade, identificada por todos com quem convive:

...me lembro que uma noite acordei com um barulho de temporal, a cama de Mayer estava vazia, a porta que dava para o quintal, aberta. Saí debaixo de chuva, lampião na mão, fui encontrar Mayer com a cabra na maldita barraca. A custo pude convencê-lo, tive de trazer a cabra também.( Ehs , 29).

Como conseqüência, veremos um constante retorno a um mundo particular, uma fuga interior determinado por sua consciência como forma de refúgio pessoal.

Scliar nos leva a um universo fantasiado, imaginário, risível. Mayer/Birobidjan, com o constante desligamento da vida diária, torna-se capaz de criar um segundo plano, outro mundo para sua vida, onde tudo pode ser realizado de acordo com as determinações de seu imaginário: "Léia..., cutucava o marido quando este, em meio ao trabalho, fixava os olhos num ponto sobre o balcão e movia os lábios fazendo gestos contidos, mas veementes" ( Ehs , 42). Henri Bergson diz que "o lado cerimonioso da vida social deverá, pois, conter uma comicidade latente, que só precisará de uma oportunidade para vir à luz" 6.

No âmago da loucura, o delírio de Mayer/Birobidjan desvia-o dos caminhos da razão, cultiva amizades com animais e insetos, acostumando-se à companhia dos pequenos, recruta-os como aliados na construção da nova sociedade, entre outros:

Aos poucos foi descobrindo outros habitantes na loja; atrás de uma peça de cretone morava uma aranha de corpo pequeno e patas longas e delicadas, que se movia com desenvoltura sobre a prateleira; no rodapé havia um pequeno buraco por onde assomava as vezes uma cabecinha de camundongo; e, finalmente, dentro de uma caixa vazia Mayer encontrou certo inseto cujo nome não sabia; era maior que uma formiga e menor que uma barata, de cor indefinida. Estes eram seus companheiros, nas longas tardes vazias ( Ehs , 39).

Conforme Johan Huizinga, a categoria do cômico está estreitamente ligada à da " loucura, ao mesmo tempo no sentido mais elevado e no mais baixo do termo." 7 Moacyr Scliar utiliza a comicidade fantástica, que é envolvida ao humor para demonstrar que todo ser humano tem um pouco de loucura, e que independente do ilusório, procura constantemente defender seus ideais.

A narrativa volta-se para uma loucura baseada em um fundo político, ideológico social, em defesa de uma colônia socialista, igualitária e mais justa, tendo como pano de fundo tais convicções o riso faz-se presente. Todas as tentativas de conquistar aliados para unir-se aos seus ideais são frustrados, devido ao comportamento recluso que apresenta.

O isolamento observado no Beco do Salso, traz à tona características que são interpretadas como as maiores ações da loucura: "viram o Capitão conversar com os animais e concluíram que o homem era louco mesmo. Mais tarde observaram a cerimônia da decida da bandeira e a leitura de poesias, à luz da fogueira" ( Ehs , 70-71).

Os loucos além de não possuírem voz na sociedade e cultivarem a exclusão social, ainda são constantes vítimas de um riso 'destruidor', que " ignora expressamente: os imites impostos [...] pela piedade e pela verdade" 8, a partir deste momento veremos que "o cômico é inconsciente" 9, o riso é explicado pela surpresa, e a insensibilidade o acompanha, como meio natural, a comicidade agora assume um caráter trágico:

Iniciaram naquela noite uma série de brincadeiras com o Capitão Birobidjan:... primeira noite levantaram a lona da barraca, puxaram os dedos do pé do Capitão e saíram correndo; ...Segunda noite introduziram um ratão do banhado na barraca; ...terceira noite, uma pequena cobra; ...Quarta noite, duas grandes aranhas caranguejeiras foram colocadas junto ao travesseiro;... na Quinta noite acordou suado. A custo levantou a cabeça: havia uma pedra enorme sobre seu peito. "Não era sonho!" - gemeu o Capitão. Agarrou a pedra com as duas mãos e a custo jogou-a para fora da barraca. Na pedra estava amarrada a extremidade de um barbante; a outra extremidade formava uma laçada - em torno do pênis do Capitão. Desta vez o grito foi mais forte ( Ehs , 71-72).

Mayer/Birobidjan aparentemente inofensivo em sua loucura, torna-se alvo de um riso 'destruidor', com caráter vingativo e cruel, que não obstante, suscitam o riso. Há uma solidariedade entre o leitor e o personagem, neste momento, devido ao humor maldoso aqui expresso, porque "o riso surge somente quando a expectativa frustrada não leva a conseqüências sérias ou trágicas" 10.

O inconformismo familiar e social transforma Mayer/Birobidjan em um desviado, não só apenas dos princípios culturais, mas também religiosos, tornando-o centro das atenções, desempenha a função cômica, com sua excentricidade, revelando o outro lado do ser: "Contam histórias terríveis dele. Dizem que anda esfarrapado; que usa uma longa barba; que só come carne de porco" ( Ehs , 85).

Ao mesmo tempo em que Mayer pode ser identificado como um homem louco, há um realce ao homem empreendedor, construtor de grandes edifícios, porém, um tanto melancólico, já que a

melancolia também é um delírio, mas um delírio particular, que incide sobre um ou dois objetos determinados, sem febre ou furor, no que ela difere da mania e do frenesi. Freqüentemente esse delírio se vê acompanhado por uma tristeza insuperável, por um estado de espírito sombrio, por misantropia, por inclinação decidida pela solidão 11 .

Em O exército de um homem só , Mayer/Birobidjan demostra uma particularidade, quando em meio aos delírios de construir uma nova sociedade (Nova Birobidjan), consegue relembrar a família:

O Capitão enrola melhor no cobertor. Os olhos se enchem de lágrimas, o estômago ronca. "Léia, Léia" - murmura. "Jorge, Raquel." Está com saudades; mas sabe que nos cumes se é solitário; sabe que nesta trajetória é preciso destruir as pontes da retirada. Cansado de chorar, acaba adormecendo ( Ehs , 56).

Temos, neste momento , "a loucura devolvida a uma espécie de solidão: não solidão ruidosa de modo gloriosa que lhe foi possível conhecer até a Renascença, mas outra solidão estranhamente silenciosa; uma solidão que aos poucos a isola da comunidade confusa das casas de internamento..." 12.

Jorge torna-se o único que protege Mayer do hospício ( "Mayer Guinzburg estranha vê-lo tão cedo. Conversam um pouco. De repente Jorge olha ao redor e diz: ...Tenho lugar melhor para ti. Começa a falar de pensão que recebe pessoas sós. È de uma senhora muito boa, que cozinha bem; e o lugar é bonito, agradável. - Ehs , 131-132) ou asilo, disfarçado com o nome de pensão, aquela que sempre foi e agora será sua última morada.

Esse ambiente reprime e faz com que ele passe a dividir o local em que vai viver com outros em situações mentais diferenciadas dele. A inadequação nas instalações vai nos revelar também a comicidade:

Mayer sente necessidade de ir ao banheiro. Ao entrar nota que a porta não tem trinco; lembra-se então da clara advertência da proprietária - há um só banheiro, que não deve ser monopolizado. Mayer Guinzburg senta-se. Consciente da limitação do tempo, esforça-se. Sua, chega a gemer. Antes que possa produzir alguma coisa, alguém já está empurrando a porta. - Tem gente - adverte Mayer, com voz estrangulada. Quem está do outro lado, porém, não ouve ou não quer ouvir ( Ehs , 134).

 

O riso transgressor apresentado por Moacyr Scliar em O exército de um homem só foge de toda a rigidez que deveria ser proposta a um doente, pois o personagem não se enquadra no perfil imposto, segue automaticamente seu destino adequando-se às regras quando conveniente à sua convivência. Assim, o efeito cômico construído por Scliar assegura ao leitor o riso, porém com traços reflexivos sobre a condição humana.

 

Referências bibliográficas

ALBERTI, Verena. O riso e o risível na história do pensamento . Rio de Janeiro: FGV, 1999.

BAKHTIN, Mikhail. A cultura popular na Idade Média e no Renascimento : o contexto de François Rabelais. São Paulo-Brasília: Hucitec/UnB. 1996.

BERGSON, Henri. O riso : ensaio sobre a significação da comicidade. Trad. de Ivone Castilho Benedetti. São Paulo: Martins Fontes, 2001.

FOUCAULT, Michel. História da loucura na Idade Clássica . São Paulo: Perspectiva, 2002.

HUIZINGA, Johan. Homo ludens . 5 ed. São Paulo: Perspectiva, 2001.

PROPP, Wladimir. Comicidade e riso . São Paulo: Ática. 1992.

SCLIAR, Moacyr. O exército de um homem só . Porto Alegre: L&PM. 2002.

 

Notas:

PROPP, Wladimir. Comicidade e riso . São Paulo: Ática, 1992, p. 29.

As referências à obra O exército de um homem só , de Moacyr Scliar, serão feitas pela sigla Ehs , seguidas do nº de página

FOUCAULT, Michel. História da loucura na Idade Clássica . São Paulo:Perspectiva, 2002, p. 186.

BERGSON, Henri. O riso : ensaio sobre a significação da comicidade. Trad. de Ivone Castilho Benedetti. São Paulo: Martins Fontes, 2001, pp. 103-4.

FOUCAULT. Op. cit ., p. 211.

BERGSON. Op. Cit. , p. 33.

HUIZINGA, Johan. Homo ludens . 5 ed. São Paulo: Perspectiva, 2001, p. 12.

ALBERTI, Verena. O riso e o risível na história do pensamento . Rio de Janeiro: FGV, 1999.p. 202.

BERGSON, Op. Cit. , 12.

PROPP, Op. Cit., p. 145.

FOUCAULT, Op cit., p. 203.

IDEM, p. 416.