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Interseções múltiplas na produção textual de Judith Grossmann
Lígia Telles (UFBA)

Participando de uma mesa-redonda no 5º Congresso da ABRALIC, realizado no Rio de Janeiro, sob a rubrica "Cânones e Contextos", a professora Judith Grossmann apresentou comunicação intitulada "O cânone narrativo do século XX". Naquela oportunidade, integrava ainda o corpo docente do Instituto de Letras da UFBA, como Professora Titular de Teoria da Literatura. Ao colocar, logo de início, como objetivo "iniciar a tarefa de caracterizar a narrativa especificamente do século XX", estabelece também o lugar de onde está falando:

Falei de criação, de teoria e de leitura, porque vou precisar acionar estas três categorias em minha pessoa, dispondo desta possibilidade e a ela recorrendo num momento em que pode ser útil no encaminhamento do assunto proposto. Em resumo, vou falar, aqui e agora, como teórico, como escritor e como leitor, juntando o que ficou separado em congressos anteriores da ABRALIC. 1

 

Trata-se, portanto, de um lugar de enunciação em que de pronto são estabelecidas as interseções entre leitor, escritor e teórico, permitindo uma configuração de escritor, assim definido por Grossmann:

Nem todas as aventuras literárias se processam da mesma forma, mas um dos tipos concebíveis, sob cuja rubrica movimentarei os meus raciocínios, é o das que se iniciam tão cedo quanto possível e superpõem as categorias mencionadas. Para verificação, basta consultar a listagem dos nomes que compõem a scholarship contemporânea e o elenco docente da universidade atual.

 

Tomando a si própria como emblema dessa vertente de escritor contemporâneo, no qual as atividades de leitura, de escrita e de especulação teórica caminham juntas, acrescenta ainda que essas três atividades "mais tarde desembocariam, como um rio que corre, na atividade pedagógica e ensaística."

É esta a concepção que igualmente norteia o projeto O escritor e seus múltiplos: migrações , desenvolvido no Instituto de Letras da UFBA, pelas professoras Antonia Herrera (coordenadora), Evelina Hoisel e Lígia Telles, contando com alunos bolsistas PIBIC e mestrandos e doutorandos integrados nessa linha. Nesse projeto está inserida a presente Comunicação, que aponta para algumas das reflexões produzidas a partir do corpus examinado, extraído da mencionada vertente de escritores brasileiros contemporâneos, a qual, como afirma Grossmann, compõe "o elenco docente da universidade atual".

Integradas a esse perfil de escritor, tanto a poesia e a ficção de Grossmann modulam questões pertencentes ao universo da reflexão teórica, quanto são estas questões que modulam a sua produção literária, em discurso oralmente constituído na sua práxis docente na universidade (25 anos no ILUFBA) ou articuladas em ensaios publicados em periódicos ou inéditos, que integram o acervo doado à Biblioteca do Instituto de Letras (atualmente incorporada à Biblioteca Central da UFBA), e que são fruto de cursos ministrados naquela Instituição.

Ou seja: suas formulações teóricas ou leituras críticas de textos literários e/ ou produções artísticas diversas passam a integrar o seu tecido ficcional, incorporando-se à trama narrativa ou à dicção lírica, seja de modo explícito, no seu teor reflexivo, conceitual ou analítico, seja de modo implícito, por meio de uma situação ficcionalmente construída que permita dizer algo por meio de outro algo.

Nessa circularidade que movimenta os produtivos deslocamentos entre âmbitos discursivos diversos, ou melhor, de uma voz que articula âmbitos discursivos diversos, a leitora Judith Grossmann - voraz leitora! - é peça fundamental para o nascimento da escritora de poesia e ficção, também detentora de um pensamento acerca da literatura e do fazer poético. A criação e a reflexão por ela produzidas apóiam-se na constituição de um repertório de leitura iniciado, conforme alguns depoimentos seus, na infância. A intertextualidade construída de modo vigoroso respalda-se no acervo de textos que a constituem como sujeito leitor-escritor.

Nessa linha de considerações, julgo oportuno trazer à cena uma reflexão apresentada por Grossmann na Comunicação "O mito da metaliteratura", por ocasião do III Congresso da ABRALIC (Niterói, 1992), e posteriormente publicada nos respectivos Anais , quando traça o perfil da grande obra do século XX - que consiste na sua própria definição de grande obra: "No seu corpo estão novamente assegurados todos os corpos dos que a precederam e todos os seus descendentes futuros que ela deseja e devora.". 2 Apesar de indicar nesse perfil o fato de essa obra congregar em si predecessores e sucessores, não se trata aqui de um pacato ou estático trabalho de congregação, porque a obra da qual fala contém em si a disponibilidade para a contínua tarefa que assim define: "A sua promessa é a de des-fazer para semear".

Avaliando o que considera como os "projetos literários mais característicos do século XX", Judith Grossmann sintetiza no caráter des-convencionalizador a meta dessa literatura, ao "tornar superleve e nada angustiante o peso de um passado que poderia ser esmagador", e acentua a "capacidade deglutidora" 3 da literatura desse século. A palavra angustiante sinaliza para Harold Bloom e sua angústia da influência 4, conceito situado no cerne de uma proposta a respeito da literatura, e que se desdobra num projeto de leitura crítica ou de "desleitura", termo também empregado por Grossmann: "Sentar-se para ler pela enésima vez as obras do passado ou mesmo para deslê-las?".

Circunscrevendo-se ao universo da literatura da modernidade, Bloom considera que todos os autores fortes - como denomina os que se inscreveram de modo indelével na tradição literária, nela assegurando o seu espaço, construído à custa de uma inserção por sua própria força - experimentam a angústia ou ansiedade da influência. Esse conceito é desenvolvido a partir do modelo freudiano de expectativas ansiosas, nas suas relações com precursores igualmente fortes. A herança da psicanálise garante a essas relações a marca dos conflitos desencadeados pelo complexo de Édipo, que regem as relações entre escritores, repetindo a matriz edipiana pai/filho, em sua disputa e sentimentos ambivalentes.

Já Grossmann, ao considerar nada angustiante o estatuto que rege a literatura do século XX a caminho do XXI (seu texto é do ano de 1993), "Roubando todo um passado disponível e um futuro ainda indisponível", e legitimando esse roubo, dá ênfase a um aspecto que nos permite colocar a literatura contemporânea como imune a um sentimento de angústia nas relações que estabelece entre as obras, respaldada por um rol de ações que, semanticamente, definem um dos traços dessa literatura: "Roubando, dilapidando, saqueando, espoliando, sucateando..." 5.

Estabelecendo-se um confronto entre o registro de natureza crítica desse fato por Grossmann e sua formalização ficcional em Meu Amigo Marcel Proust Romance 6, por exemplo, observa-se como a literatura na contemporaneidade não alimenta qualquer pudor em realizar as mencionadas operações. Pelo contrário, confere validade a recursos como transcrição, apropriação e citação, tanto recorrendo a textos de autores diversos (o caso do verso de Jorge de Lima "O céu jamais me dê a tentação funesta", repetido reiteradas vezes) e a outros textos de sua própria autoria (principalmente versos de poemas) quanto operando uma reflexão a respeito desse tópico.

Trata-se, no processo de construção do texto de Judith Grossmann, de um trabalho de recolhas , como se pode ler no seu poema "O dia mais intenso" 7, também referido na tarefa de sucatear , na qual se associam, sem qualquer distinção, "sonetos-de-shakespeare/gomos de tangerina e outros víveres", como também a ancestralidade biográfica e poética - esta, representada pelas referências a Walt Whitman, Fernando Pessoa e, implicitamente, a Dürrenmatt.

Igualmente em "Depoimento" durante o evento Oficina amorosa ; Seminário Judith Grossmann (1991), a escritora assim traduz esse processo de aproveitamento das sucatas que o real lhe fornece, recorrendo à personagem Maria do Carmo, da novela de TV Rainha da Sucata , para se autodefinir 8. Todos os signos do real são englobados pela voracidade desse texto que não se impõe limites nem pudores. Tudo pode transformar-se em signos artísticos, tal como Proust procedeu com os signos da mundanidade na sua Recherche . Trata-se, ainda, da des-marcação de fronteiras entre o texto literário e outros produtos culturais.

Na voz da pesquisadora e ensaísta Judith Grossmann - sua face de acadêmica - algumas formulações elaboradas em torno da produção de escritores remetem-me a uma reflexão acerca de sua própria obra, pelo estabelecimento de pontos de contato. Tomo como exemplo o caso Jorge de Lima, objeto de estudo tornado tema de diversos cursos por ela ministrados no Instituto de Letras, que resultaram em ensaios publicados ou em material de pesquisa disponível na Coleção Judith Grossmann da Biblioteca Central da UFBA.

No final da década de 90, a editora Civilização Brasileira republicou os romances desse escritor, há muito tempo com suas edições esgotadas. Integra a republicação de A mulher obscura (1998) um posfácio de Judith Grossmann, intitulado Sítios deleitosos de um romance , no qual destaca as migrações de trechos do romance para poemas, bem como a permanência de temas por toda a trajetória poética do escritor, ou ainda, de idéias, imaginação e sentimentos que propiciam a identificação de uma marca no seu conjunto de obra, que se faz num movimento contínuo de condensação e desdobramento, de uma parte (um verso) para o todo e vice-versa, do micro para o macro e vice-versa. 9

Afirmação similar posso fazer a respeito do trabalho de ficção desenvolvido por Grossmann e, mais ainda, de como as mencionadas articulações extrapolam o território do especificamente ficcional, permitindo-lhe ser invadido pelo teórico e acadêmico, ao tempo em que também os invade. Os exemplos são numerosos, dentre os quais: 1. o desdobramento do conto "O enigma do desejo" 10 em Meu Amigo Marcel Proust Romance , ambos conservando a identidade de espaço (Shopping Barra em Salvador-BA) e o duelo masculino x feminino; 2. a temática da imigração dos judeus para a América e o Brasil no capítulo "Infância" de Meu Amigo Marcel Proust Romance e no capítulo "O século" de Fausto Mefisto Romance ; 3. a representação de um adolescente no poema "O adolescente" 12 e no capítulo homônimo de Meu Amigo Marcel Proust Romance ; 4. a construção do que denomino uma poética do ensino em Nascida no Brasil Romance 13, que dialoga com alguns depoimentos, inclusive discursos, a respeito do ser professor e da vocação.

Propondo-me a configurar as múltiplas interseções na produção textual de Judith Grossmann, encontro, na concepção do texto ficcional ou artístico "como imagem em movimento na qual a rede metafórica é produtora de redes conceituais", proposta por Eneida Maria de Souza no ensaio "O espaço nômade do saber" 14, um princípio teórico adequado para lidar com esse meu objeto de estudo. Seria necessário um exaustivo trabalho de levantamento dessa conversão de redes metafóricas em redes conceituais ao longo de toda a produção ficcional de Grossmann. Restrinjo-me agora a um exemplo: a construção da protagonista do conto A Sra. Büchern em Lebenswald 15 acentua o seu caráter enigmático, estranho, tornando-o emblemático da figura do artista e emblemático no conjunto da produção ficcional de Grossmann, cujo exemplar mais complexo e elaborado é a personagem Amarílis de Cantos delituosos ; romance 16.

Em outro registro, no seu ensaio "Elogio da diferença", Grossmann define a diferença como "uma categoria literária que segrega a categoria do estranho e outras equivalentes", e a literatura como forma de expressão daquilo que "afirma cada indivíduo no sentimento da diferença: todas as pessoas são estranhas como eu, e esta estranheza é o que me é mais familiar" 17. Conjugando estranhamento e familiaridade, o discurso teórico e o discurso ficcional de Grossmann remetem-se mutuamente, num jogo de construção de personagens emblemáticas de seu próprio texto literário: a Sra. Büchern e Amarílis. Evidentemente, Grossmann está também a dialogar com os textos "O estranho" de Freud 18 e "A arte como procedimento" de Chklovski. 19.

Na configuração do perfil da escritora Judith Grossmann, torna-se pertinente assinalar sua formação acadêmica. Licenciada e bacharela em Letras pela Universidade do Brasil (atual Universidade Federal do Rio de Janeiro), com pós-graduação pela Universidade de Chicago, iniciou sua carreira docente no Rio de Janeiro e, após regressar dos Estados Unidos, transferiu-se para a Bahia, em 1966, dando início ao ensino da Teoria da Literatura, matéria que ingressara no currículo dos Cursos de Letras da UFBA. Simultaneamente à sua formação acadêmica, já publicava ensaios e criação literária, tendo colaborado continuamente no Suplemento Dominical do Jornal do Brasi l (décadas de 50 e 60). As três faces que definem o projeto O escritor e seus múltiplos: migrações - a ficcionista, a professora e a teórico-crítica - coexistiram em Grossmann até sua aposentadoria como docente da UFBA (1990), quando passou a se dedicar exclusivamente à criação literária e à participação em eventos para falar preferencialmente sobre sua própria obra.

Por trás da escritora, existe uma profissional com formação em Letras e professora da área - uma especialista, portanto. Em depoimento prestado por ocasião do programa "Com a palavra o escritor", promoção conjunta do Instituto de Letras, Biblioteca Central da UFBA e Fundação Casa de Jorge Amado, em 7 de abril de 1995, Grossmann assim se define como escritora:

Mas agora eu já sou, estou lendo, já é outra coisa, eu posso falar o que eu quiser, eu sempre admirei os escritores, isso também me diferencia da minha predecessora, que falo com grande competência sobre a sua obra, pra isso eu sou professora de Letras também, eu tenho o saber do professor e o saber do poeta (...) 20

 

De que predecessora ela fala? Embora não mencione no depoimento, trata-se de Clarice Lispector, o que pode ser observado por ocasião de outros depoimentos e até, de modo mais velado, na sua ficção, como em Nascida no Brasil Romance , por meio da personagem Virginia Clarence, que conserva, na sua constituição enquanto personagem, uma série de afinidades com Lispector. Ao reconhecer Lispector como sua predecessora, Grossmann inclui, nesse processo, a marca da diferença, num jogo de afirmação e deslocamento atravessado pela ironia. Trata-se da construção de uma linhagem de escritores aos quais se filia - ela própria estabelecedora da linhagem, na sua face de crítica literária.

Em outros termos: a escritora dá início à constituição de um cânone a partir de suas primeiras leituras, os contos de fadas e fábulas, os quais, mais tarde, invadiram Cantos delituosos ; romance, enquanto referências produtoras de intertextualidade. Lá no texto de extrema complexidade de Grossmann, a exigir uma competência de leitura, está ainda a primeira leitora Judith, que soube transformar esse saldo das leituras da infância em fio produtivo de construção ficcional. É nessas interseções que se produz sua escrita.

Por trás da escritora existe a professora e pesquisadora inserida na academia, dizíamos a respeito de Grossmann. Podemos, agora, formular um novo ponto: por trás de todas elas está a leitora Judith Grossmann. É na leitora que tudo começa, é nesse âmbito que se constrói um repertório a ser permanentemente acionado na pesquisa, na docência e na criação literária. Na verdade, essas são especificidades de um perfil de intelectual e escritor que pertence à realidade da universidade brasileira contemporânea - para ficarmos apenas nesse âmbito.

Em - 70? Nem parece ! Jornal em homenagem aos 70 anos de Reynaldo Jardim, dentre os pronunciamentos dos amigos e companheiros de trabalho do homenageado, Editor do Suplemento Dominical do Jornal do Brasil nas décadas de 50 e 60, encontra-se o de Judith Grossmann, intitulado "Objeto de estudo". Ao tempo em que situa o SDJB "como marco indispensável da história da cultura, da arte e da literatura do país", constituindo-se em "objeto de estudo na Universidade brasileira (...) em instigantes trabalhos apresentados em congressos e publicados em seus anais", sugere que seja organizada uma edição de sua coleção completa, dada a relevância que esse acervo teria para um estudo de parte da memória cultural brasileira. 21

Nesse breve depoimento da colaboradora do antigo suplemento literário, torna-se possível desentranhar, de sua fala sobre um outro, momentos de fala sobre si mesma. A voz da professora refere-se a Mário Faustino como "uma obra do SDJB, porque nele nasceu e renasceu" e à sua poesia como "uma vertente que nos vem de Jorge de Lima e continua florescente para além dos dois, projetando-se para o século XXI". Coube a ela, enquanto integrante da academia, participar do processo de inclusão dessa obra naquele espaço: "Quanto a mim, me incumbi de levá-lo para a UFBA, onde plantei estudos e teses relativos à sua obra, prosseguindo tal atividade com egressos da UFBA em outros estados brasileiros." Já num segundo momento, surge a voz da escritora relacionando seus textos com o veículo de publicação:

Há pouco escrevia um conto e virtualmente pensava em mandá-lo para o SDJB. Dizia-me: este é o tipo de conto para o Suplemento. Não me agradaria cimentá-lo imediatamente em livro. Valorizo a minha obra dispersa, vária, tanto ou mais do que a que se encontra em livro. São folhas soltas, lançadas ao futuro, para serem no futuro por alguém alcançadas. São estas em geral as obras que mais amo, as que o Autor nem poderá ver, esparsos, dispersos, papéis, cartas, diários, o que seja, soltos ao vento, nele colhidos. 22

 

Como se pode notar, falando de Reynaldo Jardim e do SDJB , Grossmann passa a falar de sua criação literária e da relação dela, escritora, com sua produção. Ao valorizar sua obra dispersa, põe em evidência o caráter mais provisório do texto. Ou seja, os textos publicados em locais variados circulariam de forma mais imprevisível e diferenciada do que aqueles que se direcionam para um único local de publicação, ao qual estariam destinados de modo mais definitivo, conforme sua expressão "cimentados".

Procurando sintonizar minha voz de leitora e estudiosa da produção de Grossmann com o eco remanescente na citação do texto-homenagem a Reynaldo Jardim, percebo-me rastreando fragmentos dispersos do meu objeto de estudo, mantendo diálogo com os mesmos, inserindo a voz da minha própria reflexão no cerzido desses retalhos, e aqui apresentando novo tecido na sua provisoriedade de uma comunicação em congresso.

 

 

5º Congresso ABRALIC: Cânones e contextos, 5., 1996, Rio de Janeiro. Anais . Rio de Janeiro: ABRALIC, 1997. 3 v. p.345.

GROSSMANN, Judith. O mito da metaliteratura. In: 3º Congresso ABRALIC: Limites, 3., 1992, Niterói. Anais . São Paulo: EDUSP; Niterói: ABRALIC, 1995. 2 v. p.807.

GROSSMANN, Judith. O mito da metaliteratura. In: 3º Congresso ABRALIC: Limites, 3., 1992, Niterói. Anais . São Paulo: EDUSP; Niterói: ABRALIC, 1995. 2 v. p.808.

BLOOM, Harold. A angústia da influência ; uma teoria da poesia. Rio de Janeiro: Imago, 1991.

GROSSMANN, Judith. O mito da metaliteratura. In: 3º Congresso ABRALIC: Limites, 3., 1992, Niterói. Anais . São Paulo: EDUSP; Niterói: ABRALIC, 1995. 2 v. p.809.

GROSSMANN, Judith. Meu Amigo Marcel Proust Romance . Rio de Janeiro: Record, 1997.

Oficina amorosa. Estudos ; lingüísticos e literários, Salvador, UFBA, 1993, p.81-82.

GROSSMANN, Judith. Depoimento. Estudos ; lingüísticos e literários, Salvador, UFBA, 1993, p.69

GROSSMANN, Judith. Posfácio; Sítios deleitosos de um romance. In: LIMA, Jorge de. A mulher obscura. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1998. p.227-234.

GROSSMANN, J. Pátria de histórias ; contos escolhidos de Judith Grossmann. Organização e seleção de Lígia Guimarães Telles. Rio de Janeiro: Imago; Salvador: Fundação Cultural do Estado da Bahia, 2000. p. 87-91 (Bahia: Prosa e Poesia).

GROSSMANN, J.. Fausto Mefisto Romance . Rio de Janeiro: Record, 1999.

GROSSMANN, J.. Oficina amorosa. In: Estudos ; lingüísticos e literários, Salvador, UFBA, 1993, p.78.

GROSSMANN, J.. Nascida no Brasil Romance . Salvador: Editora da Universidade Federal da Bahia / Fundação Casa de Jorge Amado, 1998.

SOUZA, Eneida Maria de. O espaço nômade do saber. In: Crítica cult . Belo Horizonte: Editora da Universidade Federal de Minas Gerais, 2002. p.43

GROSSMANN, J.. Pátria de histórias ; contos escolhidos de Judith Grossmann. Organização e seleção de Lígia Guimarães Telles. Rio de Janeiro: Imago; Salvador: Fundação Cultural do Estado da Bahia, 2000. p.185-189 (Bahia: Prosa e Poesia).

GROSSMANN, J.. Cantos delituosos ; romance. Rio de Janeiro: Nova Fronteira; Brasília: INL, 1985.

GROSSMANN, J.. Elogio da diferença. In: Estudos ; lingüísticos e literários, Salvador, ILUFBA, n.18, p.71-75, dez. 1995. p.71

FREUD, Sigmund. O estranho. In: Uma neurose infantil e Outros trabalhos . Rio de Janeiro: Imago, 1976. p. 277-301 (Coleção Standard Brasileira das Obras Psicológicas Completas de Sigmund Freud, v. XVII).

CHKLOVSKI. A arte como procedimento. In: TOLEDO, Dionísio de Oliveira (Org.) Teoria da literatura ; formalistas russos. Porto Alegre: Globo, 1973. p.39-56.

Com a palavra o escritor ; textos de Zélia Gattai...[et al.]; organização de Carlos Ribeiro. Salvador: Fundação Casa de Jorge Amado, 2002. p.36.

GROSSMANN, J.. Objeto de estudo. In: -70? Nem parece ! Jornal em homenagem aos 70 anos de Reynaldo Jardim. Brasília, 13 de dezembro de 1996. Produção: Elaina Daher; Edição: Cláudio Lysias e Elaina Daher. p.4.

GROSSMANN, J.. Objeto de estudo. In: -70? Nem parece ! Jornal em homenagem aos 70 anos de Reynaldo Jardim. Brasília, 13 de dezembro de 1996. Produção: Elaina Daher; Edição: Cláudio Lysias e Elaina Daher. p.4.