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Grotão-Prisão -Sertão
Josalba Fabiana dos Santos (Unicentro-PR)

Wander Melo Miranda, no artigo "Fantasmagorias da nação" 1, trabalha com a série Grotão-Sertão-Prisão, referindo-se respectivamente a A menina morta (1954), de Cornélio Penna, a Grande sertão: veredas (1956), de Guimarães Rosa e a Memórias do cárcere (1953), de Graciliano Ramos. No presente trabalho a discussão será feita a partir de: Os sertões (1902) 2, de Euclides da Cunha e do romance corneliano 3, tendo em vista que esses dois livros também podem ser ligados pela série. Além de rimarem - uma rima corriqueira em língua portuguesa -, Grotão-Sertão-Prisão também se relacionam semanticamente.

Grotão é o nome da fazenda onde se desenvolve a narrativa de Cornélio Penna. Está situada às margens do Rio Paraíba, no seu vale. Sabe-se que esse local foi privilegiado no século XIX pelo plantio de café. Havia tanto em abundância quanto em qualidade, era de lá que o Brasil exportava os melhores grãos. O uso indiscriminado da terra levou-a ao seu esgotamento, bem como a concorrência das plantações paulistas e a Abolição dos escravos. Em pouco tempo o Vale do Paraíba tornou-se um vale de propriedades abandonadas, com poucos moradores e escassa produção. O Grotão representaria o processo de decadência de toda essa região. Nessa medida poderia se dizer que a palavra grotão não apenas seria um referencial espacial no sentido de ser uma "depressão entre montanhas", como traz o dicionário Aurélio, seria algo que se arruína, que se esvai por essa depressão ou ainda como o agente que arruína. Grotão é o mesmo que brechão: "parte do curso de um rio apertada entre montanhas". Bem como grota, uma "abertura produzida pelas enchentes na ribanceira ou na margem de um rio". Tanto em brechão quanto em grota transparece a idéia da água e da enxurrada que levam tudo que encontram. O Grotão, aumentativo de grota, seria um grande sulco aberto na terra sem uniformidade, feito ao sabor das forças da natureza, independente da ação humana. Note-se o sentido destrutivo que essa palavra encerra e como combina com vários aspectos inseridos ao longo do romance. Desde a morte da filha mais nova da família soara a última hora da fazenda. O corpo morto da criança no caixão funciona como um mau presságio.

 

Era alguma coisa de aterrador, de estranho e suspeito, essa resistência aos seus braços, e o pequeno caixão pareceu-lhes inimigo hostil, como se dele emanasse um aviso, uma advertência, de que tudo cessara, tudo mudara, com o fechar de olhos da criança, a queda para trás de sua cabeça no leito, como início do horrendo pesadelo que viviam. 4

 

Esse mau presságio será aparentemente afastado pela volta da Corte de Carlota, a filha mais velha. Mas antes do seu retorno outros episódios corroborarão com a idéia de que algo está perdido: a tentativa de assassinato do Comendador, o proprietário, seguida pela morte do criminoso e acompanhada da saída inexplicável da casa de Dona Mariana, a esposa. Enquanto a Senhora permanecia na fazenda, o princípio moral que deveria agregar a família permanecia com ela. A partir de sua saída, esse princípio é desfeito, não há mais casamento entre ela e o Comendador, não resta sequer um vestígio de aparência para ser mantido. Então Carlota deixa de ser apenas substituta de sua irmã e passa a ser também substituta de sua mãe. No entanto, a chegada da jovem não impede que outro fluxo de sensações ruins se instaure.

 

Uma grande mola parecia ter-se quebrado na fazenda e todo aquele enorme organismo, até ali movido com regularidade dos cronômetros, deixando apenas alguma liberdade aos moradores da residência, livres das obrigações que se sucediam com implacável regularidade, toda aquela grande máquina perdera o seu ritmo e hesitava afrouxada no seu agitar constante. [...] Cada qual sentia no íntimo ter o Grotão se fendido de alto a baixo, na iminência de ruir, e algum mal estranho corroía suas entranhas. 5

 

O retorno de Carlota não consegue dissipar as nuvens de medo do futuro que deixavam todos os moradores em suspensão. A chegada dela se confunde com a expectativa de algo ruim que estaria prestes a acontecer, algo que vinha devorando o Grotão a partir do seu interior, que o havia "fendido de alto a baixo". A morte da menina teria sido como um primeiro sinal de ruína. Ao final, a jovem confirmará tantas apreensões através da dissolução da propriedade como usurpadora de mão-de-obra escrava.

Dona Mariana, juntamente com sua prole feminina, é quem determinará o rompimento do fluxo da fazenda. Não seria o caso de se falar em termos de feminino oposto a masculino pensando numa ligação entre grotão/grota e vagina. Em Cornélio Penna a discussão do poder aparece de forma mais problemática. Mesmo porque o patriarcalismo não se sustenta apenas por homens. Mulheres como Dona Virgínia contribuem diretamente para sua manutenção 6. Igual raciocínio pode ser feito quanto ao lado feminino, que também contará com o apoio masculino, o do primo Manuel Procópio, no caso.

Carlota, assim que chega à fazenda, coloca-se próxima ao pai; a menina morta fora usada para amenizar a relação com os escravos; e, ao que tudo indica, nem sempre Dona Mariana teria se oposto ao marido. Isso para não se mencionar que em algumas passagens este não parece seguro na sua posição; também ele oscilará. Há uma transformação não só da situação, mas dos próprios personagens: a Senhora e suas filhas se metamorfoseiam durante a narrativa - no caso da menina essa alteração é mais sutil, porque é a imagem que se tem dela que muda. Não se trata de opor homens a mulheres. A questão é um pouco mais complexa na medida em que se apresenta como uma divergência entre aqueles que foram excluídos, que são postos como estrangeiros/estranhos ou que tomam para si essa causa - Dona Mariana, suas filhas, os escravos, por exemplo -, e aqueles que excluem.

Isso justifica ainda mais o nome da fazenda. A bancarrota não se faz de fora, ela se faz a partir do interior, porque paradoxalmente os excluídos fazem parte do Grotão. O processo de aniquilamento da grota é auto-destrutivo: da mesma forma que a grota é a "abertura produzida pelas enchentes", ela também é produtora de novas aberturas, de novas erosões. Além disso, Carlota tem mais do que uma relação de função com o Grotão, Carl ota rima com gr ota , que por sua vez rima com menina m orta . Some-se ainda um anagrama considerável em A me NI n A M o R t A : Mariana.

O Grotão, sulco na terra que tudo engole, pode ser pensando também como uma metáfora de cicatrizes, de marcas. Celestina observa os pés de café: "separados ao meio por vala profunda, em riso aberto na terra vermelha quase cor de sangue, em longa cicatriz" 7. A comparação é evidente entre a vala profunda e a cicatriz: a "quase cor de sangue" da terra vermelha, o trabalho escravo e a violência. Pedro Frota, noivo de Celestina, recusa o dote oferecido por Carlota por acreditá-lo sujo de sangue. A reação da jovem é imediata,

 

levantou-se bruscamente com o coração aos saltos, e o invólucro de pano caiu-lhe junto à barra do vestido. Sentiu intenso calor subir à cabeça, porque ouvia com certeza insinuação infamante a seu pai e a todos os seus, tornados poderosos por aquele ouro que agora lhe escapava das mãos e se espalhava pelo pavimento. Ao mesmo tempo ressoavam em seus ouvidos gritos de agonia e gemidos sem nome , em coro crescente e cada vez mais alto. 8 (grifo meu)

 

Ainda que Carlota sinta sua família ultrajada não tem nenhuma resposta para o médico. A memória se abre para os gritos de dor dos escravos que estão marcados em sua mente como se fossem cicatrizes, como se fossem as cicatrizes das chicotadas levadas pelos negros. A vala na terra tem cor de sangue porque é com sangue que se planta e se colhe café, e ela não pode esquecer isso porque, como afirma Dodôte em Repouso ,

 

Estava certa que seria escrava de sua memória, e todas as frases que dissera, calculadamente formadas, todas as concessões que fizera, friamente, ficariam como cicatrizes deformantes em sua alma. 9

 

A memória permanece como fratura que não se fecha, como um espaço vazio sempre aberto a novas recordações, um depósito de vestígios sem fim em contínuo movimento porque sujeita a enxurradas que tudo levam e tudo trazem. Esse espaço vazio posto como permanente possibilidade de preenchimento funciona como uma fissura, uma brecha, uma boca. Aqui se deve buscar a definição de boqueirão, que além de sinônimo de grotão é sinônimo de bocarra, boca grande. Então grotão é a boca que narra e a boca que omite, é a fronteira entre o dito e o interdito ou entre a linguagem e o silêncio. O Grotão é uma cicatriz da presença negra na memória da nação. Uma das mucamas de Carlota é representativa desse jogo de velar e revelar quando, num raro momento, fala da ausente Dona Mariana.

 

Agora, animada pelas recordações acudidas ao vivo, pelas cenas surgidas em sua mente, Joviana falava com firmeza e seus lábios negros deixavam transparecer os raros dentes ainda brancos e traços vermelhos que davam a impressão estranha de segunda boca, menor e vivamente colorida, escondida pelos lábios quando se calava. Era a menina imperiosa, sequiosa de verdade e de justiça, a saltar quase viva entre as duas, e parecia dançar, correr e agir no bruxuleio inquieto da vela colocada sobre a banqueta entre a negra velha e a moça branca, toda ouvidos e de olhos muito abertos. 10

 

É a segunda boca de Joviana que permite que a imagem da infância de Dona Mariana reviva. O passado penetra por uma fenda feita no silêncio estabelecido pelo Comendador em torno do nome da Senhora. A prisão, que a fazenda do Grotão representa, não pode ser prisão de tudo o tempo todo; alguma coisa sempre escapa entre as grossas grades das janelas. Há um paralelo entre essa segunda boca e as coisas que precisam ser lidas nas entrelinhas para que a narrativa corneliana tome sentido. Não se pode ficar limitado apenas ao que o narrador diz, é preciso se estar atento àquilo que ele não diz. No entre lugar entre o que se afirma e o silêncio surge pequenas cintilações que contribuem para a elucidação de uma série de enigmas. Na boca de Joviana, a Senhora ainda criança já se fazia imperiosa, retrato similar ao pintado por outros personagens. Mas a mucama vai além quando revela uma Mariana "sequiosa de verdade e de justiça" - é com esta que Carlota tenta se identificar tanto na postura quanto nas atitudes e não com aquela figura submissa que o Comendador deseja que ela se torne.

Assim como Carlota está presa, ao menos a princípio, pela vontade imperiosa do pai, os outros personagens de A menina morta também estão: a fazenda é constantemente percebida como uma prisão. Uma prisão da qual é necessário fugir na primeira oportunidade, é isso que faz a maioria. Estão todos assustados na casa isolada pela mata e pela distância, suspensos por um exílio sem explicações. Os escravos, mesmo libertos por Carlota, sentem a necessidade premente da fuga e é o que muitos fazem: fogem daquele lugar que parece ter um encantamento ruim. A alforria recebida não é uma atitude a ser louvada, mas temida. Os cativos vêem nesse gesto o término de um tempo em que ainda havia alguma segurança. A libertação significa o fim dessa tênue corda que os fixava num lugar do mundo - um lugar tenebroso, é verdade, mas sempre um lugar para se estar. Fora do Grotão-prisão, o caráter estrangeiro dos recém libertos é ressaltado, deixam de ser apenas estrangeiros para se tornarem estrangeiros indesejáveis: devem voltar, mas para onde? Fica claro que a prisão não se encerra com a saída do Grotão, a "temporada" na fazenda marcará toda a existência daquelas criaturas. Continuarão sendo estranhos ao mundo imediato que os rodeia e estarão apartados dos demais (no tempo e no espaço), distantes de suas origens africanas.

Uma prisão é um limite, um fim, e um limite - por que não? - é uma fronteira. E uma fronteira pode ser uma barreira, mas também pode ser local de encontros, porosidade latente, frestas a serem penetradas - e ultrapassadas. Em A menina morta , esse trânsito, esses encontros se fazem no âmbito da memória, daquilo que consegue ultrapassar os limites impostos pelo sistema. As relações entre Grotão e prisão já estão postas desde o romance de estréia de Cornélio Penna 11 - não por acaso intitulado Fronteira - no qual é descrita a cadeia da cidade. A água da chuva escorrendo pela rua abre grotas na terra, permitindo ao narrador-personagem ver naquele edifício semelhanças com uma caveira. É como se os sulcos construíssem essa imagem da prisão enquanto um crânio. Estar aprisionado é estar isolado na morte. É por isso que José Carapina em A menina morta sente como "grande crime estar a fazer o caixão onde seria aprisionada a Sinhazinha" 12. O Grotão como prisão funciona inclusive para seus mortos, nem eles escapam de suas grades.

A ausência de liberdade é um tema que assola todos os romances cornelianos e há uma metáfora constante, a do círculo , com suas variantes: o círculo mágico e o círculo encantado . O círculo não contém ângulos, não há onde se esconder. Existe igualmente a idéia do tempo circular, próximo tanto a uma vida ligada à natureza - à sucessão das estações - como ao tempo mítico-religioso - no qual os acontecimentos se repetem. Esse tempo circular está relacionado à idéia da regularidade e da repetição, em que, qualquer aparência de mudança, apenas encobrirá o mesmo, o fazer de novo.

Carlota é acossada pelo círculo em algumas passagens 13, além das diversas outras metáforas que a interdição assume para ela. No final do romance, pouco antes do retorno de sua mãe, vai ao quarto dos senhores.

 

O perfume sutil desprendido daquelas roupas amontoadas seguiu-a pelo quarto, e sentia-se prisioneira no interior de pequeno círculo encantado , dentro do qual suas idéias se obscureciam. 14 (grifo meu)

 

Há um paradoxo na construção dessa cena. Libertando os pertences de Dona Mariana do esquecimento, preenchendo o vestido com seu corpo, Carlota se torna prisioneira permanente da memória de sua família. Ela rompe as grades impostas por seu pai para construir as suas próprias. Mas o novo círculo quebra o antigo, no qual a exploração e a violência se sucediam com a regularidade das estações. Afinal, trata-se de um "círculo encantado" proposto pela mãe.

É ainda corrente o sentido de grotão e grota como lugar longínquo, de difícil acesso. Nessa medida o Grotão e o sertão se confundem. Ambos são isolados, o que lhes confere um ar tenebroso e de mistério. Tanto um como outro estão no interior. Segundo Walnice Nogueira Galvão 15, além de desconhecido e enigmático, o sertão é o espaço "fora do alcance do braço da lei" e que se opõe à cidade. O distanciamento das grandes metrópoles aprisiona seus moradores num ritmo de vida diferente e numa condição estagnada, de pouca ou nenhuma mobilidade. O romance de Cornélio e o texto euclidiano privilegiam seus espaços como cenários de uma luta entre civilização e barbárie. Aquela se configura como uma tentativa de aprisionamento dos instintos mais primitivos do outro. A tentativa é vã, pois as atitudes selvagens não são exclusividade do outro. As atitudes selvagens por parte do outro terminam por ser percebidas como defesa, enquanto se vê que o mesmo, aquele que se identifica como o normal, é o grande responsável pela barbárie - e então se observa como essa palavra é intercambiável, capaz não só de mudar de sentido, mas de agente. As metáforas dramáticas utilizadas em Os sertões atestam-no como palco no qual os personagens atuam, encenam seus textos. O jogo cênico, para Roberto Ventura 16, permite que haja troca de papéis. É assim que se perde a noção de quem seja civilizado e de quem seja bárbaro.

O Grotão, como o sertão, ficam no fim do mundo ou onde não há mais mundo como algo ordenado, regido por leis. Em ambos se apresenta uma força organizadora, porém incipiente: em A menina morta , essa força está no Comendador e na estrutura sócio-econômica e em Os sertões está posta no exército e na República. Nos dois casos o oponente é um suposto bárbaro, luta ao lado da natureza, é movido pela paixão: os sertanejos de Euclides pela fé em Antônio Conselheiro e Carlota pela negação sistemática da figura autoritária do pater familias . Tanto os sertanejos quanto Carlota serão capazes de dar suas vidas por suas causas. Os primeiros se entregarão aos golpes das facas e aos tiros das armas e a última abrirá mão de qualquer projeto de futuro para se tornar estátua viva do próprio martírio.

Aqueles que se opõem às forças ordenadoras são estigmatizados como estrangeiros/estranhos. São hostis à lógica do sistema que tenta aprisioná-los, não a reconhecem como proteção, mas como interdição, prisão. Julia Kristeva afirma: "Entre o homem e o cidadão, uma cicatriz: o estrangeiro" 17. O estranho é o bárbaro, o desconhecido. O incompreensível é aquele que não se integra à normalidade do mesmo. Cornélio Penna e Euclides da Cunha apresentam personagens que são como estrangeiros e é o Grotão e o sertão que os colocam assim. São exilados pelo próprio isolamento no qual vivem. Edward Said afirma que o exílio "é uma fratura incurável entre um ser humano e um lugar natal, entre o eu e seu verdadeiro lar: sua tristeza essencial jamais pode ser superada" 18 (grifo meu). Outra vez reaparece a idéia da grota, dessa vez na "fratura incurável". Sertão e Grotão são marcas profundas no território da nação, metáforas de fronteiras interiores entre os que estão dentro e os que estão fora. Separações irremediáveis, abismos intransponíveis, cicatrizes permanentes na memória que a narrativa tenta expiar. Walnice Nogueira Galvão 19 ressalta o perigo que Canudos representava para os poderes constituídos da Igreja e do Estado. Tanto o sertão quanto o Grotão funcionam como ameaças à ordem.

O estrangeiro é repelente, é aquele que se quer longe: no Grotão ou no sertão. No entanto, esse estranho está próximo porque, como afirma Riobaldo em Grande sertão: veredas , o "sertão está em toda parte" - e o Grotão também. Além disso, o estrangeiro/estranho não é só repelente, ele também atrai. O fascínio que ele encerra é da ordem do desconhecido e do misterioso. Coloca-se como alguém a ser revelado e desvendado, possuído. É esse mesmo fascínio que envolve o sertão e o Grotão. Atração e medo. Fascínio pela possibilidade do encontrar-se e do perder-se no, a um só tempo, labirinto e abismo que a grota representa.

 

 

MIRANDA, Wander Melo. Fantasmagorias da nação. In: VIII CONGRESSO INTERNACIONAL ABRALIC, 2002, Belo Horizonte. Anais do VIII Congresso Internacional Abralic . Belo Horizonte: UFMG, 2002. 1 CD-ROM.

CUNHA, Euclides da. Os sertões . 38. ed. Rio de janeiro: Francisco Alves, 1997.

PENNA, Cornélio. A menina morta . Rio de Janeiro: Artium, 1997.

PENNA, p. 51-52.

PENNA, p. 242.

LIMA, Luiz Costa. A perversão do trapezista . Rio de Janeiro: Imago, 1976.

PENNA, p. 234.

PENNA, p. 437.

PENNA, Cornélio. Repouso . Rio de Janeiro: Artium, 1998. p. 152

PENNA, A menina morta , p. 342-343.

PENNA, Cornélio. Fronteira . Romances completos. Rio de Janeiro: José Aguilar, 1958.

PENNA, A menina morta , p. 14.

PENNA, pp. 263 e 357.

PENNA, p. 445.

GALVÃO, Walnice Nogueira. O império do Belo Monte : Vida e morte de Canudos. São Paulo: Fundação Perseu Abramo, 2002. p. 14.

VENTURA, Roberto. Os sertões . São Paulo: Publifolha, 2002 . p. 65.

KRISTEVA, Julia. Estrangeiros para nós mesmos . Trad. Maria Carlota Carvalho Gomes. Rio de Janeiro: Rocco, 1994. p. 102.

SAID, Edward. Reflexões sobre o exílio e outros ensaios . Trad. Pedro Maia Soares. São Paulo: Companhia das Letras, 2003. p. 46.

GALVÃO, p. 70.