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Do coronelismo na poesia e na prosa ao neo-coronelismo na mídia político-eleitoral em Campos - uma literatura em trânsito?
Gustavo Landim Soffiati (Universidade Estácio de Sá)
Em prefácio à segunda edição de Coronelismo, enxada e voto 1, Barbosa Lima Sobrinho, recordou que, para o autor do livro (publicado originalmente em 1949), o fenômeno ali estudado, correspondia a "...uma quadra da evolução de nosso povo" 2. De fato, tais palavras estão registradas, quase identicamente, entre as últimas frases do trabalho em questão. Mas, escrevendo em períodos relativamente distantes, o autor do clássico sobre o coronelismo e o prefaciador de sua reedição recorreram a uma mesma afirmação com objetivos distintos.
Para Lima Sobrinho, a relevância de se reeditar a tese que prefaciou, "em sua forma original, como instantâneo nítido", talvez estivesse na comparação que ela propiciaria entre manifestações diversas de um mesmo fenômeno: "O 'Coronelismo', em 1975, não será a mesma cousa que o de 1949" 3. Mas poderia ser surpreendido, segundo o autor, numa cadeia de sucessões: do coronel aos profissionais liberais (donos de indústrias e comércios venturosos) ou ao médico e ao advogado auto-intitulados doutores; da fazenda à fábrica; dos cabras ou capangas do patriarca rural aos assessores e técnicos dos industriais. Algo, de resto, já salientado por Basílio de Magalhães em nota preparada para o livro de Leal.
Trata-se, basicamente, de uma concepção alargada do coronelismo, que admitiria sua materialização em outros períodos da história do Brasil, além daquele mais específico de seu surgimento e desenvolvimento inicial, cuja trajetória está registrada em vários trabalhos sobre o assunto, incluindo o de Leal 4.
Assim, como fenômeno histórico, o coronelismo teria sua origem na criação da Guarda Nacional, pelo padre Diogo Antônio Feijó, em 1831, durante o período de governos regenciais estabelecidos após a renúncia de D. Pedro I. Ou antes: a partir de considerações como a de que o estabelecimento de tal instituição ocorreu "para substituição das milícias e ordenanças do período colonial" 5 já se sugeriu a possibilidade de remeter àquele período "o poder pessoal sobre o qual se assenta o coronelismo" 6. Isso porque, durante o período regencial, a patente de coronel era oferecida aos chefes políticos municipais ou regionais, em estreita relação com sua posição opulenta de proprietários rurais, comerciantes ou industriais, como em continuidade à sociedade colonial, na qual se considerava o poder pessoal menos opositor que representante do Estado.
De patente militar adquirida de acordo com certo prestígio econômico ou social, o título de coronel passou a identificar líderes que exerciam grande influência política em diversos municípios brasileiros na passagem da Monarquia à Primeira República - quando se afirmaram, de fato, as práticas coronelistas, mesmo depois da Guarda Nacional já havia perdido sua relevância ou mesmo ser desativada.
Nesta perspectiva, propõe-se aqui compreender o coronelismo e o coronel como representações sociais, formações discursivas, alteridades construídas de forma relacional e sócio-simbólica a partir de certas identidades - categorias acionadas, respectivamente, nos campos da psicologia social européia, da análise do discurso francesa (AD) e dos estudos culturais. Para tanto, pretende-se que tais categorias e campos sejam aproximáveis, por fatores cujas justificativas, que não caberiam no espaço da presente comunicação, foram já defendidas tanto em trabalho de que este é um desdobramento 7 quanto em cada vez mais farta produção acadêmica de orientação inter ou transdisciplinar neste sentido.
Assim, tão-somente com o intuito de explicitar minimamente o direcionamento nocional atribuído às categorias supracitadas, pode-se entender, em primeiro lugar, representações sociais, como "um conjunto de conceitos, proposições e explicações originado na vida cotidiana no curso de comunicações interpessoais" 8, que visando à "transformação do não familiar em familiar", resultariam de uma estrutura cuja natureza seria dupla e recursiva - dos processos de ancoragem e objetivação , que permitiriam a compreensão de um determinado fenômeno por conceitos verbais e imagens icônicas, respectivamente..
Em segundo lugar, toma-se formações discursivas em concepção desenvolvida por Michel Pêcheux e Catherine Fuchs 9 e afinada por outros representantes da AD. Os autores estabeleceu tal concepção retomando a noção de formação ideológica, de Louis Althusser. Assim, a última expressão referir-se-ia a "uma força em confronto com outras forças na conjuntura ideológica característica de uma formação social em dado momento". As formações ideológicas, comportam, por sua vez, "uma ou várias formações discursivas interligadas que determinam o que pode ou deve ser dito (...) a partir de uma posição dada numa conjuntura (...) e inscrita numa relação de classes" 10.
Finalmente, compreende-se as noções complementares de identidade e alteridade (ou diferença), segundo perspectiva desenvolvida no campo dos estudos culturais: "A identidade (...) depende, para existir, de algo fora dela: a saber, de outra identidade (...), de uma identidade que ela não é (...) mas que entretanto fornece as condições para que ela exista" 11.
Assim, pode-se conceber tudo o que gira em torno do coronel como representações sociais, não necessariamente remissivas a uma realidade objetiva, mas a uma figura imaginária: tanto no meio rural como no urbano, tanto por políticos quanto por seus virtuais eleitores - sempre para conferir materialidade a abstrações, como o conceito com que se pretende dar conta com o termo oligarquia, por exemplo. Ou como formações discursivas, que só podem ser compreendidas como entre-lugar de discursos diversos; alteridades sem traços rígidos ou fixos - constituídas seja pelos detratores de um determinado político para convencer seus eleitores ou pelo próprio eleitorado.
Em trabalho anterior 12, buscou-se compreender a relevância dos discursos de uma série de candidatos eleitos à prefeitura de Campos dos Goytacazes (RJ) nos últimos anos, discursos em que se recorria alternadamente aos termos coronel , coronéis , coronelismo e oligarquia(s) como se fossem sinônimos remissivos a uma mesma materizalização. Tais discursos foram muito utilizados nas eleições de 1988, pelo atual secretário de segurança do Estado do Rio de Janeiro e então pedetista Anthony William Garotinho Matheus de Oliveira. Sob influência deles, o político chegou à prefeitura de Campos em 1988 e 1996, conseguindo eleger, entre seu primeiro e segundo mandatos e após este último, dois outros candidatos então também pedetistas ao Executivo municipal da Cidade. A relevância de tais discursos pode ser aferida na recorrência de Garotinho a eles no pleito à presidência da República, quando, durante período de campanha, em debate ocorrido antes do primeiro turno eleitoral, o candidato aproximou seus adversários José Serra e Ciro Gomes de Luís Inácio Lula da Silva, sustentando que, enquanto o primeiro representava a continuidade de uma situação e o segundo os interesses de velhas oligarquias, o último tinha sua campanha financiada por grandes bancos .
Este discurso de ruptura - ruptura com o velho, o arcaico, os coronéis, o coronelismo, as oligarquias -, parece bastante relevante se se considerar que de, alguma forma, ele teve participação na expressiva votação que Garotinho recebeu como candidato a presidente (30% do total de sufrágios). Este discurso de ruptura tem sua contraparte numa ruptura em discurso, porque, a partir das eleições de Garotinho à prefeitura de Campos, em 1988, e ao governo do Estado do Rio de Janeiro, em 1997, estabeleceram-se novas oligarquias - numa das quais, materializada no mandato da atual governadora do Estado do Rio de Janeiro e sua esposa, Rosângela Matheus, atualmente Rosinha Garotinho, ele tem participação explícita; com outra, expressa pelo governo do atual prefeito de Campos, Arnaldo França Vianna, ele rompeu estrategicamente, adotando uma prática muito freqüente na história do coronelismo, como registrado nos trabalhos sobre o assunto aqui referidos.
Garotinho e os candidatos por ele apoiados não criaram tal discurso de ruptura; inscreveram-se num outro que já havia nutrido a produção literária de diversos escritores campistas. O próprio Garotinho dividiu o início de sua vida política com a poesia e o teatro, produzindo cordéis, atuando e escrevendo peças de conteúdo politizado 13.
Recorrendo a representações sociais de variada ordem, escrutináveis na extensão do município de Campos dos Goytacazes (RJ), sobretudo nas localidades da Baixada Goitacá, escritores como José Cândido de Carvalho, Sérgio Cid, Osório Peixoto Silva ou Winston Churchill Rangel construíram obras mais ou menos extensas sobre coronéis e ou coronelismo.
De fato, uma leitura da produção desses autores mostra que, por mais que todos tomem aspectos característicos do município em suas produções, não se pode afirmar rigorosamente que nelas tratem diretamente de coronéis ou coronelismo. Noutro sentido, parece tentador - mas não inequívoco - unificá-los de algum modo em torno de uma espécie de paradigma: O coronel e o lobisomem , romance de José Cândido de Carvalho 14.
A riqueza na descrição do coronelismo neste livro está também presente em outra obra do autor, Olha para o céu, Frederico! 15. E, na produção dos outros escritores aqui enfocados, quando tal riqueza não remete diretamente à descrição da figura do coronel, inscreve-se num discurso alimentado pela memória de tal fenômeno. Porque o coronelismo, enquanto conjunto complexo, vincula-se a uma realidade que o antecede e dá a ele continuidade noutras construções de alteridades.
Em Olha para o céu, Frederico! , de 1939, o protagonista do romance é um coronel com propriedade em São Martinho, na Baixada Goitacá, que tem como irmão Hugo, um padre. Este censura a tendência de seu irmão ao materialismo e, mais especificamente, sua decisão de se casar com Lúcia Barreto, muito mais nova que Frederico, e filha de um outro coronel Baixada.
Em certa ocasião, Dona Lúcia, num cabriolé, passando por baixo de um pé de azeitona, pergunta a seu acompanhante, Eduardo, sobrinho de Frederico e narrador do livro:
- Seu tio Frederico me disse uma vez que você fez besteira com a prima Nilze, do Limão. Será?
Fiquei vermelho. Um melão de São Caetano não me ganhava (...) Senti que a mão de Dona Lúcia me apertava as carnes. Que queria ela comigo? (...) Que pergunta sem pé nem cabeça! Fazer besteira com a prima do Limão...
- Você fez mesmo besteira com a prima do Limão?, insistiu Dona Lúcia.
Não fiz, não. Queria responder de maneira áspera. Gritar até para que os matos escutassem. Mas não tinha voz na garganta. Onde andariam as palavras? (...) Agora os braços de Dona Lúcia me agarravam com vontade. Tive vontade de gritar, de chamar gente. Compreendi que ela me beijava. Dois braços carnudos, as coxas grossas, os seios pontudos. Vontade de me abandonar, desaparecer com Dona Lúcia pelos matos. Uma coruja passou piando. E o padre Hugo no oratório? Dona Lúcia é que estava com fome. Não queria me largar. Gemia de gozo. Os bicos dos seios apertavam a minha carne mole de menino de oratório. Credo em cruz, que pecado! E Frederico? Se ele viesse a saber tudo eu estaria perdido. Acabaria comigo na palmatória de vinte furos (...) Eu via a palmatória no ar, imensa. (...) Meu tio na beira do aceiro, de olho vivo em cima de nós. Ouvia a sua voz molenga, via seu modo de passar a mão no queixo. E Dona Lúcia não me largava. Sentia que os bicos de seus peitos acabariam por me furar a carne. Escorreria sangue. (...) E se dona Lúcia quisesse me comer? (...) Agora a noite descia mansa. Noite de cetim. Os vagalumes de lanterna acesa. Estrelas no céu. Noite mansa... 16
Estão aí presentes diversos elementos do complexo fenômeno que é o coronelismo, mas também seu reverso: sua constituição como formação discursiva marcada pelo medo, pela religião punitiva, pela palavra opressiva; entre-lugar delineado pelo espaço da mulher supostamente submissa, pela experiência do sexo, pelo corpo repulsivamente fascinante.
Vinte e cinco anos depois de Olha para o céu, Frederico! , foi escrito O coronel e o lobisomem , em 1964. Ali, a figura do coronel já é um pouco outra, ainda mais marcada pela impotência diante da realidade. Indicaria isso uma aposta do autor no fim do autoritarismo que predominava no Brasil desde a República Velha e mesmo durante a Era Vargas? Estaria o autor impulsionado pelos ventos do intervalo da estabelecido pela democracia populista que atravessou o Brasil entre 1946 a 1964 mas foi logo sepultada pelo golpe militar?
Tão curioso quanto isso é notar que Retalhos da Infância , livro do niteroiense Sérgio Cid, sobre o coronel Santinho, também da Baixada Goitacá, foi produzido em 1977, já num período em que se anunciava uma abertura lenta, segura e gradual do regime estabelecido em primeiro de abril de 1964. Se cabe apostar nesta leitura, acrescentemos que a Fazendinha do coronel Santinho realiza um sonho de Frederico: está bem próxima ao mar, em Barra do Furado.
Aqui cabe bem a metáfora do túnel do tempo: o coronelismo gestado com a criação da Guarda Nacional no Império, orientador da política na República Velha e contra o qual se levantou o discurso de Vargas e sua denúncia de uma suposta fraude na eleição que quase não o leva ao poder por quinze anos ininterruptos a partir de 1930, tem seu interregno populista de 1946 a 1964 - ano a partir do qual se estabelecem novos "coronéis" centralizando um poder local e redistribuindo-o a "interventores" municipais.
O caso de Campos é modelar nesse sentido. Incitada pela economia opressiva da agroindústria canavieira, a geração de escritores campistas cuja maior parte da produção se concentra nas décadas de 1970 e 1980, direcionou seus trabalhos quando não ao coronel, a figuras políticas da situação de todos os tempos ou àqueles que os apoiavam. Da mesma forma, tais escritores produzem, às vezes, em vários gêneros.
Assim, quando, por entre bagaços de cana se puxam fiapos de memória para conferir materialidade em busto de bronze fundido a uma figura imponente de um passado mais ou menos distante, Osório Peixoto Silva vai até a praça contemplar a impotência e beleza do morto e nota nele faltarem os traços mais ressaltados durante a vida. Observa que, mais ou menos como ocorre com um sepultado em decomposição, o que dá vida ao busto está a sua volta ou preenche seus orifícios: o povo, as crianças, as flores, um mendigo, uma cadela, um passarinho ou uma aranha, o orvalho, o limo, as fezes: O barão ganhou busto novo na praça,/Na praça do povo, das flores e das crianças,/Busto de bronze, de cimento e de massa,//Do barão, algoz de homens e de esperanças./Esqueceram de fundir/O chicote, os ais e os prantos/Que o barão deixou na terra./Nas órbitas vazias/A aranha a teia tece,/O orvalho, o tempo, o limo/Escorrem pelo nariz.//Na praça flores abrem de mansinho,/Um mendigo dormita sob o busto,/Uma cadela rói pedaço de pão.//Flechando livre o espaço azul/Um passarinho voa de um arbusto/E caga na cabeça do barão. 17
O escritor, no entanto, tendo iniciado sua produção confeccionando o que intitulou os primeiros cordéis de Campos, avançou em direção à prosa, com romances publicados pelas editoras José Olympio e Imago, como A rua do homem em pé e Mangue .
Não é apenas da representação materializada a que se opõem Osório e os escritores de sua geração que se pode desenrolar os fios de uma memória. Na oposição ao coronelismo acionada no discurso de Garotinho e seus sucessores em governos municipais e estadual, pode-se detectar um discurso do populismo do período político brasileiro compreendido entre 1946 e 1964. Discurso em que se inscreveu a política de Leonel Brizola ao criar, em 1979, o PDT, impossibilitado de retomar a legenda do PTB de Vargas, após concorrência por ela com a filha do ex-presidente. No mesmo discurso se inscreveu Garotinho, estabelecendo uma política que mantém dependente o eleitorado e de que são índices mais seguros os restaurantes e as farmácias populares.
Ainda que não identificado com a literatura de cordel ou com o PDT, o dramaturgo Winston Churchill Rangel, produziu, a partir de um slogan de campanha para um amigo que pretendia se candidatar a prefeito de Campos, "Adeus Coronel - o poema guerreiro", uma série de onze poesias. O slogan era: "Com a determinação do sol,/com a força da onda que se alevanta/vem aí o novo dia:/Adeus Coronel!" .
Como o amigo do autor não conseguiu financiamento para a campanha, os versos do slogan ficaram inéditos até que ele resolvesse escrever os onze poemas que compõem. Adeus coronel! nasceu de um slogan para propaganda eleitoral e, por extensão uma campanha que, talvez sob impulso utópico, não vingaram. Mas quando um slogan , com traços pretensamente poéticos vem a público e se desenrola em outdoors e outros tantos veículos utilizados em campanhas eleitorais, poderíamos, então pensar em migração de um discurso? Se sim, ele está materializado em slogans como "Nasce o broto, cresce a esperança, seu nome é..." Slogan cuja seqüência discursiva, por obra do equívoco e do esquecimento de que não se pode escapar, opunha à frágil imagem do broto um gigantesco Trator - apelido do então Secretário de Obras da Prefeitura de Campos e pré-candidato ao Executivo Municipal Edilson Peixoto.
Pareceria equívoco perguntar sobre migração de discursos, da literatura à publicidade - ou da literatura em sentido estrito à literatura em sentido lato? Pareceria equívoco perguntar sobre isso não fosse a diminuição da produção por parte dos escritores campistas; não fosse ainda certa "cooptação" de alguns desses escritores pelos órgãos governamentais; não fosse, enfim, a assunção de uma identidade político-partidária por parte deles - trânsfugas das trincheiras da literatura, num estado de pós-orgia ou escritores que entenderam que a arte está em toda parte.
Talvez caiba por ora deixar tais questões meio em suspenso - pensando, no entanto, em paráfrase à epígrafe de Do Grande Medo , que estamos diante "de uma obra de ficção. Como, de resto, toda história oficial".
LEAL, Victor Nunes. Coronelismo, enxada e voto: o município e o regime representativo no Brasil , 2 a ed. Sâo Paulo: Alfa-Omega, 1975.
LIMA SOBRINHO, Barbosa. Prefácio. In: Coronelismo, enxada e voto: o município e o regime representativo no Brasil , 2 a ed. São Paulo: Alfa-Omega, 1975, p. xv.
Bastante didático sobre o assunto é o trabalho de JANOTTI, Maria de Lourdes Monaco. O coronelismo: uma política de compromissos . São Paulo: Brasiliense, 1981.
LIMA SOBRINHO, Barbosa, op. cit. , p. xiii.
JANOTTI, Maria de Lourdes Monaco. O coronelismo: uma política de compromissos . São Paulo: Brasiliense, 1981, p.14.
SOFFIATI, Gustavo Landim. Discurso de ruptura e ruptura em discurso: uma aproximação às políticas do poder público municipal para o setor de cultura em Campos dos Goytacazes entre 1988 e 2003 . Dissertação de mestrado. PGPS/CCH/UENF. Campos dos Goytacazes/RJ, 2003.
Serge Moscovici, apud SÁ, Celso Pereira de. Núcleo central das representações sociais , 2 a ed. Petrópolis/RJ: Vozes, 2002, p.31.
PÊCHEUX, Michel e FUCHS, Catherine. A propósito da análise automática do discurso: atualização e perspectivas. In: GADET, Françoise e HAK, Tony (orgs.). Por uma análise automática do discurso: introdução à obra de Michel Pêcheux . Campinas/SP: Unicamp, 1990, p.163-252.
PÊCHEUX, Michel e FUCHS, Catherine, op. cit. , p. 166.
WOODWARD, Kathryn. Identidade e diferença: uma introdução teórica e conceitual, p.9. In: SILVA, Tomaz Tadeu. Identidade e diferença: a perspectiva dos estudos culturais . Petrópolis/RJ: Vozes.
Maiores informações sobre a atuação de Garotinho no meio artístico, podem ser encontradas em ALVARENGA, João Vicente. Três atos da história do teatro em Campos . Itaperuna/RJ: Damadá, 1993.
CARVALHO, José Cândido. O coronel e o lobisomem . Rio de Janeiro: O cruzeiro, 1964.
CARVALHO, José Cândido. Olha para o céu, Frederico! Rio de Janeiro: Casa Editora Vecchi, 1939.
Osório Peixoto Silva. O senhor barão. Lírio de aço . S/l:s/e, s/d, p.29.