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O bronze e a margem: travessia rosiana
Igor Rossoni (UNESP/Assis-SP)

Introdução

O trabalho poético de Guimarães Rosa (Cordisburgo-MG, 1908 – 1967) remete ao incansável. Isto ocorre uma vez que atinge a um universo próprio de significações por intermédio de atitude imperiosa sobre o signo verbal.

Dentre o vasto de palavras e coisas utilizadas para compor universo poético próprio, pode-se evidenciar o termo “ travessia” como – talvez – o de maior significância pela impregnação mais acentuada do espírito de criação que confere corpo e alma a esse tipo específico de fala-escrita. Indiferente a questões de ordenação espacio-temporal, os limites perdem-se na conjuntura da própria ação do fazer narrativo. A palavra e a vida tornam à mesma unidade deixando aparente que o único movimento de real importância recai sobre o caminhar e não sobre o caminho percorrido. Como menciona o (des)vaqueiro Grivo de “Cara-de-Bronze” 1: “eu quero viagem dessa viagem...” (p.126). Ou seja, a sublimidade da travessia. Por isso, montar em garupa com as coisas de Guimarães Rosa é enovelar-se a um tempo desprovido do próprio tempo. É penetrar o mundo para dentro da própria matéria que o constitui e dela regressar – como, talvez , tenha vivenciado Grivo à procura do “quem das coisas” – e/ou permanecer – como, talvez, tenha experienciado o pai, em “A terceira margem do rio” 2 – com a experiência mais autêntica do espírito das coisas nelas mesmas. Este parece ser o jogo que motiva e conforma a atitude criadora de Guimarães Rosa: a travessia da palavra, a travessia da vida: a confluência delas. Esse trabalho de ser, mescla dois universos paralelos: o do mundo fabular com toda efervescência do real, como relata o mais profundo da voz de um Riobaldo 3: “Digo: o real não está na saída nem na chegada: ele se dispõe para a gente é no meio da travessia” (p. 52) – a “travessia de minha [nossa] vida” (p. 220, acréscimo meu).

 

Itinerário do Grivo

O motivo da viagem marca a narrativa de “Cara-de-Bronze” ( No Urubùquaquá, no Pinhém , p. 71-127) tanto dentro quanto fora dela mesma. Uma assinatura desta natureza pode ser firmada uma vez que “Cara-de-Bronze” vem a público – em 1 a edição – presente entre os textos de Corpo de Baile (1956), ali figurando como poema . A partir da 3 ª edição, o livro se desdobra em 3 e “Cara-de-Bronze” retorna a público em 1965, em volume intitulado No Urubùquaquá, no Pinhém , agora aparecendo entre as narrativas ali constantes. Nada a surpreender se essa espécie de travessia não guardasse – em si – um intento de certo encobrimento. Parece que uma atitude dessa natureza vem ao encontro de suster – com maior propriedade/intensidade – o caráter de dúvida e de enigma que paira sobre a viagem de dentro do texto: o que o Grivo foi buscar?... Uma vez mantida a proposta inicial – como poema – um enunciado/ janela de proporções consideráveis se deixa à mostra – apesar da estratégia labiríntica imposta pelo narrador na construção do discurso – facilitando acesso a referência para a resolução do mistério que embala aquelas linhas. Eliminando-se a “cara” de poema – o paratexto, para falar com Genette – torna o texto mais em-si, menos descoberto, de modo que, espiritualmente, mais literário. Uma atitude desta qualidade implementa ainda mais o sentido de travessia, uma vez que deixa ao sabor da viagem a própria viagem, encerrando como finalidade a própria investida sobre o deslocar-se. Isso ocorre pois, turva-se o itinerário das personagens – em especial o do Grivo. Fato este que contribui para turvar ainda mais o itinerário do enigma e da razão de ser da narrativa: o itinerário do discurso que se abre/fecha feito vasto vazio ao ser-tão das coisas, naqueles gerais sem-fim/delimitado à viagem do Grivo. À captura do “quem das coisas”.

O discurso de “Cara-de-Bronze” se compõe de um entrecruzar de falas e sons naturais envoltos por uma névoa de ínfimo silêncio que – aos poucos – vai tomando corpo e envolvendo toda sorte de vozerio que especulam sobre as coisas e os acontecimentos. Assim, está-se diante de um quadro que custa ceder imagem de ficcionalidade. Parece saltar aos olhos do leitor como verdade que – de tão real – se interpola ao universo da para-realidade. De sorte que o que o Grivo experiencia – ao deslocar-se pelos vastos dos além-dos-gerais – determina prática de um discurso de revelação da ordem primeira das coisas, latente no organismo daquilo que inaugura o todo e o nada: a poesia. Neste mesmo âmbito, trabalha o instinto de realidade que o texto parece realizar, uma vez que o leitor se coloca na garupa do “cavalinho alazão, sem nome”, apenas denominado “Quebra-Côco” e – conjuntamente – prova dessa revelação pois, “a linguagem e a vida são uma coisa só” (F.Crítica, G. Rosa).

O narrador, deste modo, vai tecendo sua rede (vale aqui a ambigüidade) aos moldes da “rede de môça – que môça noiva recebe, quando se casa”. Assim, constrói uma “rede grande, branca, com varandas de labirintos... a rede que não tem fios.”. Para tanto, alinhava esse “isso” que constrói com o encontro de opostos que, ao se superarem, revelam uma outra realidade, original, perene e única: resultado da perfeição e da harmonia. Entram em concordância estados de dinamicidade e estaticidade, aproximações e distanciamentos, partidas e chegadas, construções e descontruções. Palavras e silêncios que se atrelam puntiformes à figura enigmática de um tal Segisberto Géia, o Cara-de-Bronze, senhor de terras e desejos específicos. E se abrem espiraladas para o vasto sertão das coisas.

No âmbito da história, a viagem do Grivo vai se pautar pelo riscamento de terras e coisas da terra. Entre campos abertos e chapadões, vendo tudo e a tudo sentindo, conhecendo nomes e objetos, respirando o ar dos ventos, sorvendo a cor das plantas, vestindo os agasalhos da natureza. Entretanto, no compor do discurso a viagem que empreende é outra. É aquela que vai colocá-lo em contato com o de por-trás, no entre das coisas vistas e provadas. Com o que não se nomeia, apesar do nome de que se revestem. Enfim, a ruminância da composição das coisas se compondo, na medida em que o discurso vai se estruturando amalgamado pelo silêncio que se materializa com o avanço da aquisição de tal reconhecimento. Revelação que se consuma com o corroer caminhos no por dentro dos caminhos da histórias. Aos moldes de trabalho de cupins em plena atividade, o deslocar do Grivo compõe túneis que permitem o encontro harmonioso de todos os jogos aparentemente antagônicos que a narrativa de Cara-de-Bronze especifica. Esta nos parece a verdadeira viagem/travessia por ele empreendida. Aquela que lhe bate a consciência quando – a meio – sente carência de retorno. Então torna e expressa o gosto pelo não-dito achado: “Eu quero a viagem dessa viagem...” (p. 126).

Deste modo, no todo da narrativa, o itinerário do Grivo se consagra como um percurso de superação, em que a travessia vai se estabelecer na exata medida do conhecer-se capaz de promover o salto de uma instância a outra. Isso vai ocorrer não prioritariamente no espaço mas, num tempo muito mais cheio do que o tempo que leva da partida a chegada. Assim, inicia percurso muito antes da saída em “dias de dezembro, em meia-manhã, com chuva em nuvens, dependurada no ar para cair” (p. 73). Toma vulto desde dentro do pensamento de Cara-de-Bronze; perpassa pela vontade deste; suplanta as feridas que dizem lhe corroer as carnes do rosto, transpassa a meia luz das paredes do quarto; salta pelas janelas das varandas – indícios de outros espaços – circunda a fala dos bois, o vozerio de gentes e currais, investe sobre os domínios do Urubùquaquá; ganha os Gerais, penetra nos labirintos do sem-fim dos tempos: o tempo da ruminação dos bois: “Estava bebendo sua viagem. Deixa os pássaros cantarem. No ir – seja até onde se for – tem-se de voltar; mas, seja como for, que se esteja indo ou voltando, sempre já se está no lugar, no ponto final” (p. 118). Retorna:

 

O GRIVO : Fui e voltei. Alguma coisa mais eu disse?! Estou aqui. Como vocês estão. Como esse gado – botado prêso aí dentro do curral – jejúa, jejúa. Retornei, no tempo que pude, no berro do boi. Não cumpri? Falei sozinho com o Velho, com Segisberto. Palavras de voz. Palavras muito trazidas. De agora, tudo sossegou. Tudo estava em ordem... (p. 124).

 

Retorna e, no revôo, não torna só. Traz consigo a “môça” provinda do outro lado do “espumoso de um grande rio” (p.120) que – dizendo com Rui Mourão 4– se constitui na razão de fundamento e consagra o enigma do discurso: “a estória não é a do Grivo, da viagem do Grivo, tremendamente longe, viagem não tardada. Nem do que o Grivo viu, lá por lá. Mas – é a estória da môça que o Grivo foi buscar a mando de Segisberto Géia. Sim a que se casou com o Grivo, mas que é também a outra, a Muito Branca-de-todas-as-cores” (p. 121).

O que relata a Segisberto é coisa de apartação de bois. Um dialeto que se pauta mais por silêncios – vagas de relatos e aparições: umas varandas de labirintos. O silêncio se estende e dele só rompido pelo pranto de choro do patrão. À mensagem recebida.

Grivo nada diz, por tudo dizer. Cara-de-Bronze tudo ouve, por nada ouvir. Rompida a barreira final. Os opostos harmonizados. A revelação incontida. Deste modo ela vem à tona, não por um nem por outro. Simplesmente acontece, como por si. Espontaneamente – acontece. Alguns indícios – nas falas – iluminam o caminho para o leitor.

 

O GRIVO : Ninguém não enxerga um palmo atrás de seu nariz...

Moimeichêgo (com riso): Isso! É preciso é vir aquém ...” (p. 125).

 

A conversa prossegue. Parece mudar de tom. Vai, desvai. Junto deles Sacramento, Doím, Tadeu, Cicica, Mainarte, José Proesa (surgindo do escuro) [como que do nada, por si]:

 

Ara, então! Buscar palavras-cantigas?

Adino : “Aí, Zé, ôpa!

GRIVO : “Eu fui...

Mainarte [definitivo]: “Jogou a rêde que não tem fios” (p. 126).

 

Ao que parece, o momento de culminância definitiva do discurso assume a qualidade de conduzir as expressões “vir aquém” e “trás do nariz” diretamente sobre a fala de espanto ou indignação ou reverência do vaqueiro Adino: “a pô é Z íA”.

A travessia consumada.

 

Itinerário no Rio

Em entrevista a Günter Lorenz confessa Guimarães Rosa: “Gostaria de ser um crocodilo, porque amo os grandes rios, pois são profundos como a alma do homem. Na superfície são muito vivazes e claros, mas nas profundezas são tranqüilos e escuros como os sofrimentos dos homens. Amo ainda mais uma coisa de nossos grandes rios: sua eternidade. Sim, rio é uma palavra mágica para conjugar eternidade” (F. Crítica, p. 72).

Um pensamento dessa natureza sugere materializar-se, literariamente, em “A terceira margem do rio”. Não só pela recorrência ao elemento concreto da natureza mas, também, pelo espírito que imprime àquela narrativa.

De modo análogo a “Cara-de-Bronze”, o motivo da viagem também marca o discurso de “A terceira margem”. E isso se dá em dois níveis: na denominação e no desenvolvimento da narrativa. O primeiro motivo se manifesta de pronto, uma vez que se constrói a partir de uma formulação que congrega elementos significativos dispares: “terceira margem” e “rio”. O estranhamento advindo de tal construção – muito mais que impropriedade – ali se expressa implicitamente como meio de passagem para condição outra, por intermédio da palavra. Deste modo, a superação das margens naturais é que vai possibilitar acesso a esta outra instância que pulsa latente em todas as coisas. No entanto, para ser atingida faz-se necessário uma atitude de purificação. Aí a travessia se consagra e o princípio vital se pereniza na vivência consciente dele mesmo. Neste sentido, como deseja GR, do rio – símbolo material da profundidade da alma dos homens – emerge a terceira margem. Consagra, assim, o sem-tempo, o eterno, o infinito. Está-se, pois, diante de discurso mitopoético que – desde cedo – evidencia um mergulho em direção ao ser. A maior travessia.

No caminhar da narrativa – desde logo – “pai” encomenda “canoa especial, de pau de vinhático, pequena, mal com a tabuinha da popa, como para caber justo o remador (...) própria para dever durar na água por uns vinte ou trinta anos” (p. 123). Sem dizer palavra decide ganhar o largo vasto do rio que de uma margem a outra não se vê. Vai a meio. A quietude do “pai” ultrapassa qualquer senso de vingança ou ressentimento. Espelha serenidade e decisão. Nesse sentido, não há despedida. Há rompimento de relações em âmbito mais profundo. Como se inevitável fosse a hora decisiva do desligamento. Equação similar pode ser observada em “Cara-de-Bronze”: a hora de todas as horas que há no repentino do suceder:

 

Cara-de Bronze – A gente pode gostar de repente?

Grivo – Pode.

Cara-de-Bronze – Como-é-que? Como que pode?

Grivo – É no segundo dum minuto que a paineira-branca se enfolha... (p. 103)

 

Em virtude do calado do “pai” quem fala é a “mãe”, e o procedimento discursivo iconiza – pela contundência da expressão – a fortaleza do apartamento: “ – Cê vai, ocê fique, você nunca volte! ” (p.123). Diferentemente de sentimentos de rebeldia, ira ou intolerância que impregnam os termos gradativos “Cê”, “ocê” e “você” – acelerando o afastamento – o “pai” se mantém tranqüilo e escuro como o rio em suas profundezas.

A atitude do “pai” traz em si o ponto de desarticulação do discurso. Tanto no campo sintagmático como no semântico. No plano da expressão, os que permanecem com direito de palavra não conseguem – por meio dela – encontrar explicação capaz de conferir-lhes justificativa palpável para atitude – aparentemente – tão tresloucada. Inicia-se uma série de especulações e de discursos iconizados por figuras representativas do “lado de cá”, do mundo da normalidade, das margens previsíveis e delimitadas – simbolizado desde o início pelos pronomes “nosso(s)/nossa(s)”: a família próxima, a mais distante, a polícia, o padre etc. E nada. Nada a palavra é capaz de fazer entender o porquê das coisas. Por outro lado, a figura do “pai” se faz sem palavras. O diálogo do “pai” é consigo mesmo, surdo, mudo, silenciosamente eloqüente. A palavra de que se alimenta é a da consciência da inoperância da palavra para as coisas vitais. Deste modo, refuta essa palavra para – da negação – atingir palavra outra – a da expressão do “lado de lá” – promovendo-se, assim, no campo sintagmático a passagem da p alavra para a P alavra. Sem mais a necessidade de saber o porquê das coisas, o “pai” parece penetrar – pela negação da palavra – na palavra primeira, no verbo original, onde esplende a experiência vivificada do “quem das coisas”.

No plano do conteúdo, concretiza-se a distância entre os personagens setorizados em grupos distintos: os do “lado de cá” e o do “lado de lá”. E essa distinção parece definitiva. Entre eles, um abismo que os mantém isolados. Intransponível pois, mais uma vez, não é regido pela instância da espacialidade e, sim, pela temporalidade. O abismo espacial está ali, na figura do rio. Próximo, de acesso permitido. No entanto, por mais que se tente, algo faz fracassar o intento de aproximação à figura do “pai”, que “não tinha ido a parte alguma. Só executava a invenção de se permanecer naqueles espaços de rio, de meio a meio, sempre dentro da canoa, para dela não saltar, nunca mais” (p. 125). Portanto, a leitura dos acontecimentos não se encontram. O “pai' vive a superação, pela concretização da travessia. Os outros, a expectativa do compreender, pois ainda não lhes chegara a hora-sem-hora do atravessamento.

Esse raciocínio conduz a pensar de modo diverso de Benedito Nunes 5 quando menciona que “Há também, a par de muitos périplos, andanças, partidas e chegadas, de Primeiras Estórias , a peregrinação sem horizontes , antecipação da morte , e voluntária provação. Assim, vemos no conto, “A Terceira Margem do Rio”, a peregrinação soturna , tresloucada , rio acima rio abaixo, do homem que vaga, à deriva , no barco onde passeia sua loucura solitária (...). O pólo oposto dessa estranha renúncia à vida, em que a viagem, no espaço indefinido e vazio das águas, dentro de um tempo que se repete, fecha-se sobre si mesma...” (p. 178, grifos meus). Pelo modo como o ensaísta objeta, sugere-se uma postura de desfalecimento, de “renúncia à vida”, motivada pela perda de horizontes, deixando-se aos desvãos do ocaso, “à deriva” – como menciona –, numa atitude depreciativa de desesperança na vida e esperança de morte. Condição que conduz a personagem a investir numa espécie de devaneio do natural, endoidando, afastando-se do convívio social, sadio e ordinário. No entanto, uma leitura dessa ordem – ao que parece – só se reveste do espírito que encobre a visão das personagens modalizadas pelo status do “nosso”. Isto é, dos que permanecem no “lado de cá”, se promover-se na travessia das coisas. Em verdade, o existir no mundo rosiano só faz sentido se for condição permanente de um processo de aperfeiçoamento espiritual:

 

Mire veja, o mais importante e bonito, do mundo, é isto: que as pessoas não estão sempre iguais; ainda não foram terminadas – mas que elas vão sempre mudando. (GSV, p. 59)

 

Parece caso este, o que ocorre com o “pai”. Situação limite e determinada de transcendência. A personagem vive o momento de passagem de um estado a outro. Encarna, definitivamente, a mudança. De modo que, o “pai” sugere ter atingido uma condição pautada pelo expurgo de instâncias impermanentes, vivência constante da verdade, integrando-se harmoniosamente ao espírito vital do universo. De sorte que, a ação da personagem – ou melhor dizendo: desação – esplende unidade. Ou seja, o indivíduo é ao mesmo tempo sujeito e objeto da travessia, congregando no ato do fazer o fazer-se a si e ao mundo que o circunda, apesar dele mesmo. O atravessamento.

Se por um lado “Cara-de-Bronze” espelha itinerário de revelação, “A terceira margem” também o faz. De modo que, o autor parece promover – no percurso de um ao outro – igual sorte de encaminhamento: da revelação da palavra poéticamente motivada à revelação da instância mais recôndita do ser. Do encontro, a origem de tudo e nada: poesia e ser consagrados em mesma unidade: “a linguagem e a vida são uma coisa só” (F. Crítica, G. Rosa).

 

 

ROSA, J. G. No Urubùquaquá, no Pinhém . Rio de Janeiro: J. Olympio, 1965.

ROSA, J. G. Primeiras estórias . Rio de Janeiro: J. Olympio, 1962.

ROSA, J. G. Grande sertão: veredas . 15 ed. Rio de Janeiro: J. Olympio, 1982.

MOURÃO, r. “Processo de linguagem, processo do homem” in: COUTINHO, Eduardo (org.) Guimarães Rosa (Fortuna Crítica). Brasília: Civilização Brasileira & Rio de Janeiro: INL, 1983.

NUNES, Benedito. “A viagem” in: O dorso do tigre . São Paulo: Perspectiva, 1988.