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Os Modos da Crítica Cultural, o Intelectual na América Latina e a Revista de Crítica Cultural
Miriam Renata Figur (UFSC)

Esta é uma primeira leitura de um projeto editorial no que tange à sua política em relação à produção e circulação dos saberes culturais. Trata-se da Revista de Crítica Cultural, editada por Nelly Richard, em Santiago do Chile, fundada em 1990, ano de reabertura política naquele país, a qual é objeto de estudo de um trabalho que resultará em uma dissertação de mestrado. E, esta análise terá, certamente, dimensão e aprofundamento maiores do que aqui proponho, ao apresentar uma reflexão acerca, apenas do primeiro ano da Revista.

Cada vez mais o quadro intensivo de globalização - balizado de um lado pela economia e de outro pela mídia e pelas redes eletrônicas de informação - concretiza novos contextos para a problemática da transmissão e recepção da cultura e evidencia seu impacto nas culturas dos países metropolitanos e periféricos. Originários da Inglaterra, os Estudos Culturais expandiram-se para os Estados Unidos e para o resto da Europa e hoje estão reconhecidos como uma ferramenta de análise nas áreas de Literatura, Ciências Sociais, História, Educação e Comunicação, entre outras. Extremamente ativo e participante na elaboração e implantação de novas políticas urbanas e fronteiriças em países anglo-saxões e economicamente e democraticamente estáveis, mas que atravessam constantes e previsíveis crises sociais e culturais, os Estudos Culturais foram sendo, mais recentemente, implantados em universidades dos vários países da América Latina, influenciando o pensamento e a prática nacionais de políticas culturais de identidade e de globalização.

Nesse contexto, o periodismo cultural tem essencial função também na difusão dos ideais dos Estudos Culturais bem como no movimento de emissão-recepção de cultura. Ao longo de sua existência, o periodismo cultural tem configurado-se a partir da concepção de cultura. Historicamente, de acordo com Jorge B. Rivera 1, duas são as concepções básicas de cultura: a primeira seria tributária de "concepção ilustrada", restrita às belas artes, belas letras, literatura, servindo a públicos representados por uma minoria seleta, através de meios restritos e específicos. A outra concepção de cultura, a qual "infiltrou-se" pelo alcance de determinadas publicações, está atrelada a um "conjunto completo", abrangendo arte, crenças, conhecimento moral, costumes, lei, hábitos do homem como membro de uma sociedade, etc.

Na América Latina o cenário foi, inegavelmente, remodelado pela ditadura dos regimes militares instalados em seus países, principalmente a partir dos anos de 1970. Esses regimes foram determinantes nas condições de produção e circulação de saberes, coibindo o fazer acadêmico nos circuitos universitários e, por conseqüência, por uma necessária saída tangencial, estabelece-se uma polarização ideológica entre os campos oficial, ditado pelos regimes militares e o não-oficial, estabelecido pela recusa do paradigma ditatorial.

O discurso do campo oficial adotava, então, a linguagem da modernização-repressão , o regime de força tinha como lema "ordenar", "chamar à ordem" como disfarce às arbitrariedades e repressão violenta e destrutiva. O emissor do discurso, apelando, para uma falsa racionalidade construtiva, adotava a máscara de

guardião de um repertório fixo de valores inalteráveis. Estes valores devem ser protegidos contra a ameaça da desordem inventada como caos, mediante ritos purificadores, descontaminantes, que expulsam o "outro" (o dessemelhante) para fora do universo semântico regido pela equação Ordem=Pureza, que garante sua homogeneidade e transparência. 2

 

O campo não-oficial buscava as brechas do pólo oposto para infiltrar-se no discurso, desvirtuando a homogeneidade imposta pelo regime autoritário-totalitário. Esse "desvirtuar" implicava usar de estratégias discursivas para dizer o não-dito, falar o infame, pôr em cena o outro, o diferente, o impuro e contaminado. Isto só seria possível através da heterogeneidade e pluralização, que passam a ser ferramentas na "construção das fissuras", as quais somente seriam reais, em tese, com uma destruição da homogeneidade. Nas palavras de Nelly Richard,

 

Transgredir las marcaciones de poder mediante flujos excedentarios (inintegrables a la economía de signos dominante) que resimbolizan el margen como des/dobre violento no sólo la lógica represiva del discurso oficial sino también la codificación ideológica del discurso contestatario chileno. 3

 

As esquerdas organizam-se e buscam fortalecimento com ações a ferro e fogo, na ânsia por rachaduras na parede levantada pelo regime militar, como barreira. A altos preços e longas prestações a diferença, a dessemelhança é absorvida, sendo levantada por grupos organizados de estudantes, intelectuais e artistas, em sua maioria.

No Chile, a arte enfrentava a ditadura através de um grupo conhecido como escena de avanzada , do qual participou ativamente a escritora-crítica Nelly Richard, entre outros artistas e intelectuais esquerdistas. As ações da escena de avanzada convergiam para a diluição, ou melhor, corrosão do discurso oficial, pelos jogos, montagem e desmontagem das linguagens estéticas disponíveis.

No ano de reabertura político-democrática no Chile, 1990, a escritora-crítica Nelly

Richard 4 funda, em Santiago do Chile, a Revista de Critica Cultural , a qual se apresenta como uma revista transdisciplinar (literatura, ciências sociais, filosofia, teoria, arte, política, feminismo, etc.) que busca ativar trânsitos de idéias entre a cena universitária e o campo público da intervenção intelectual; entre o debate teórico e a reflexão crítica sobre a cultura, estética, política e sociedade.

Ao longo de sua trajetória, a Revista de Critica Cultural (RCC) tem se interessado em analisar as tensões da pós-ditadura (consenso, memória, mercado, etc.) e estimular intercâmbios críticos entre a reflexão local e as novas orientações da teoria cultural latino-americana. Através de contribuições do circuito internacional, a revista tem se comprometido também em uma discussão crítica sobre novos signos de mutação das disciplinas - por exemplo, os Estudos Culturais - em tempos de globalização acadêmica.

Em sua prática periodista a RCC tem reservado ao intelectual latino-americano um entre-lugar que acena fortemente para a agenda dos Estudos Culturais, mas que não se restringe a este debate. Na conjuntura ditatorial, o intelectual posicionara-se na linha da ambigüidade discursiva, ocupando o espaço do multíplice, do fragmentário, no cruzamento de gêneros e na mescla de textualidades.

No primeiro número da RCC, Nelly Richard publica um ensaio intitulado Estéticas de la Oblicuidad 5 no qual discute a produção discursiva chilena "post-73", que sob o regime do totalitarismo e da univocidade, o resultante acaba sendo uma produção fragmentária e plural, ou seja, de transgressão do regime sob as marcas do simulacro e da metáfora:

El vértigo de la polisemia que torna el significante artístico o literario zona de conflagración y estallidos, desintegró los metasignificados totalizantes (identidad,nación, sociedad, revolución, proletariado, historia, dictadura) que rigen los discursos moralizadores y concientizadores de la izquierda partidaria, y su fraseología militante. 6

 

Pensando que essa discussão se dá em contexto de reabertura política, percebe-se o intelectual em uma prática que poderíamos, talvez, nominar como metadiscursiva, refletindo sobre operatórias que favoreceriam as margens, e, mais que isso, sua travessia. A "itinerância" (a viagem, os exílios) e o "descentramento" (o feminino, a periferia) operam de forma dirigida contra o efeito das "compartimentações" de espaços e linguagens destinadas a paralisar os tráficos intercomunicativos: a periferia atuando como signo de subcultura e a mulher como desidentidade. O periférico latino-americano e o feminino são trabalhados interativamente como figuras de uma "estética do minoritário", mas arbitrados pela "cultura superior".

Questões voltadas à política e seus reflexos na produção cultural são recorrentes na edição da RCC, principalmente em seus primeiros números, no período imediatamente após o fim do regime ditatorial - o que é sintomático. Ainda no primeiro número, um ensaio de Néstor García Canclini propõe uma discussão inerente à transição e à questão de identidade, em Escenas sin Território 7, no qual traça uma reflexão em relação ao modo como a definição das identidades sociais estão se modificando e quais as conseqüências dessas mudanças nas práticas culturais e estéticas. Ainda sobre transição e democracia, escrevem neste primeiro número da RCC, Beatriz Sarlo, Guy Brett, Julio Ortega, entre outros. Embora a preocupação maior desta edição gire em torno de temas como democracia, transição e pós-ditadura, há fortes acenos a temas que são emblemáticos no periodismo cultural e na agenda dos Estudos Culturais, em geral. Trata-se do debate sobre as fronteiras disciplinares, a pós-modernidade e o feminismo - temas reincidentes na Revista.

As questões político-sociais são permeadas por debates teóricos em ensaios como o de Nicolás Casullo, "El centinela y la prostituta; la poética en los subsuelos de la palabra" 8, no qual, à luz de Benjamin, discorre sobre estética e poética, reclamando a poética que ao longo do século esteve em situação subalterna no regime das palavras:

Creo que decidir una postergada cita con a estética, de parte nuestra, es comenzar a interrogarnos sobre la casi definitiva extenuación de este ilusorio relato del siglo XX, su besteseller, que fue la escritura científica social .

 

Beatriz Sarlo, tomando o modelo ditatorial argentino, discute em ¿Qué cambios trajo para nosotros la democracia? como sair do sistema binário estabelecido por este regime totalitário, uma vez que este fora abolido. A esquerda precisava de um novo rumo, de um outro caminho a seguir que não o de opositores, revolucionários, contra o sistema.

 

La democracia nos legalizaba em? la vida académica?, el periodismo, los medios de comunicación de masas, pero al mismo tiempo, volvía caduca esa fuerte identidad oposicional que había caracterizado a la izquierda te la dictadura. 9

 

Assim também Hugo Achugar procura um fio condutor para a década, debatendo sobre a pós-ditadura e a pós-modernidade no contexto latino-americano, sobretudo o uruguaio. No debate feminista, Adriana Valdés, publica América-Latina: Mujeres entre Culturas 10reunindo parte de discursos proferidos em Santiago, em 22 e 24 de novembro do ano anterior (1989), em uma reunião sobre o tema Las mujeres en la década de los noventa; aspectos culturales de su participación.

As pinceladas fora do diagrama conjuntural da pós-ditadura latino-americana são ainda tímidas. Está clara a ânsia por discussões que brotam do contexto real e que encontram no periodismo e nos Estudos Culturais uma via de tráfego.

Crítica e poder são recorrências no debate da RCC, no seu segundo número, de novembro de 1990, Nelly Richard parece continuar a reivindicar um direcionamento, desta vez para a arte, num contexto de pós-vanguarda.

Me propongo aquí recorrer la siguiente pregunta: ¿cuáles son las nuevas condiciones de ejercicio artístico-cultural de una práctica de crítica social, después de que haya caído bajo justificada desconfinanza el modelo vanguardista de la rebeldía anarquizante? 11

 

próprios intelectuais, remete-nos a palavras de Martín-Barbero, ao afirmar: Quando a crítica da crise 'convoca' à crise da crítica é o momento de redefinir o campo mesmo do debate. 12

Assim, também a mass-media tem sido discutida nos meios dos estudos culturais e não se configura diferente o periodismo cultural. Beatriz Sarlo discute a relação - bastante íntima - entre os meios de comunicação de massa e os políticos em campanhas eleitorais, tomando exemplos das últimas eleições, em vários países latino-americanos. De seu ensaio Basuras culturales, simulacros políticos , destaco a seguinte reflexão:

Tanto la extrema proximidad como la lejanía artificiosa del simulacro escenográfico tienen escalas que convienen mal a la política. Como el Disneylandia, se propone escenarios, cosas y personas más grandes o más chicos que los reales. Este defasaje de la escala esta en la base de la fascinación: sensaciones kitsch, es decir, benévolas y felices. 13

 

No seu primeiro ano de publicação, a RCC, desenha uma proposta editorial que dialoga com os Estudos Culturais, fixando-se, principalmente, em debates político-sociais, o que não exclui de seu repertório temas como: artes plásticas, fotografia, literatura, cinema, feminismo, identidade, história e filosofia, por exemplo. Os dois primeiros números da RCC correspondem ao primeiro ano de abertura política no Chile e, naturalmente, sua edição é o reflexo direto dos impulsos pós-ditadura, funcionando, talvez, como uma via de se colocar em dia a agenda de discussões, principalmente, políticas, e reivindicar espaço a temas pouco discutidos em tempos de repressão e censura.

Nelly Richard, como editora da RCC, apresenta um projeto que em muito se parece com os ideais da escena avanzada , que continuava a desestabilizar, a neutralizar e desmontar, por assim dizer, o discurso oficial - com uma diferença bastante significativa: esse discurso não é mais o da repressão, do totalitarismo declarado da ditadura. O discurso oficial agora se materializa na "Transição" com efeito normatizador de um jogo discursivo da pós-ditadura, seguindo uma linha progressista que desestabilizaria a crítica, fazendo-a transitar do "menos ao mais: mais liberdade, mais justiça, mais bem-estar e também, sobretudo, mais consumo" 14. Sobre esse processo de Transição Democrática no Chile, mais de uma década depois, a escritora-crítica intervém:

Pensar criticamente, nos anos da Transição, já não era possível como antes. Com a redemocratização, as instituições deixaram de ser excludentes, autoritárias e repressivas, para se tornarem inclusivas, dialogantes e conciliadoras. Artistas e intelectuais tiveram que revisar seu imaginário da ruptura e da oposição para dialogar (e participar) com a vontade de democratização da cultura e da sociedade, mas sem deixar, ao mesmo tempo, de contestar os mecanismos dóceis do pluralismo de mercado que tentou, por todos os meios, aparar as arestas do pensar crítico. Com efeito, a ritualização do consenso e do triunfalismo mercantil da agência neoliberal se conjugaram, durante a Transição, para acelerar o desgaste crítico-intelectual de tudo o que, antes, soava a promessa ou reclamo, e para substituí-lo, insensivelmente, por três linguagens hegemônicas: a linguagem contratual do pacto, a linguagem negociante do cálculo e das utilidades e a linguagem pragmática da eficiência. 15

 

O ideário estético proposto pela RCC pode servir de respostas a inquietações que passaram a funcionar como um fator desestabilizante para a crítica. Respostas a questões como esta, formulada por Nelly Richard, ainda em Intervenções Críticas, Arte, Cultura, Gênero e Política , em uma espécie de balanço daquele momento de Transição:

A que imagens da crítica recorrer para demonstrar estes arranjos de interesses entre o instrumental, o burocrático e o numerário, que uniformizaram a paisagem econômica, político-midiática e cultural da Transição? (2002, p.191)

 

Passada mais de uma década e mais de duas dezenas de edições desde a transição à redemocratização no Chile, a RCC mantém sua proposta editorial buscando, ainda, respostas a antigas questões, uma vez que essas se fazem atuais pela conjuntura do neoliberalismo na América Latina, da crescente e irreversível globalização e de uma realidade guerras e atentados terroristas contra o imperialismo do mundo capitalista.

As possíveis respostas que encontramos nas publicações da RCC revelam-se, também, como questões, perguntas incessantes e recorrentes, que convergem para um debate que ultrapassa o empirismo para o qual têm caminhado, em muitos casos, os Estudos Culturais na América Latina, criando vínculos com a sociedade civil, ONG's, fundações, o Estado, a academia, na ânsia de atender ao desejo permanente de produzir trânsitos entre o dentro e o fora da estrutura universitária. Apesar de dialogar e freqüentar lugares dos Estudos Culturais, a revista se mantém na linhagem do ensaísmo crítico-intelectual, não conformada com o amálgama entre as disciplinas. Antes,

prefere a diversidade como antagonismo e confronto: como desejo de não apagar os vestígios da irreconciliação com as quais certas marcas - de identidade, de saber, de linguagem etc. - se opõem ao desejo de traduzibilidade total, com o qual o suave pluralismo relativista do sistema de mercado anula as diferenças intensivas, diferenciadoras. 16

 

Esse ideário posiciona a RCC na fissura de "dois contextos de intervenção: por um lado, a pós-ditadura no Chile e seus conflitos entre consenso, memória e mercado; por outro, a paisagem acadêmica dos estudos culturais em sua versão globalizada" 17.

Os Estudos Culturais, hoje, tendem a abarcar o que na década de oitenta era uma tarefa da crítica cultural: um exercício teórico e crítico que transitava entre e cruzava os limites da crítica literária, da crítica institucional, da teoria da arte, da filosofia, da análise ideológica, etc. Dessa prática extra-universitária de produção dos anos oitenta é que nos noventa nasce a RCC, acostumada a "sustentar relações conflitivas com os saberes normatizados das disciplinas acadêmicas e profissionais". A tarefa dessa crítica estava atrelada ao desejo de desestabilizar o cânone universitário e as "verdades" proferidas pelas disciplinas puras - era um ato de corte, de interrupção. Com a recente institucionalização dos Estudos Culturais, sendo aceitos como disciplina em muitas universidades, e com a sua absorção desta prática de escrita - a qual a crítica cultural reclama ser sua - instala-se um paradoxo existencial: o antigo antidisciplinamento dessa prática é agora facilmente academizável, integrante do saber universitário (e não mais extra-universitário).

É ainda nesse modelo de escrita teórica informal que segue a proposta da RCC, na conjuntura atual, em que

 

mercado e consenso produzem acordos passivos entre signos reconciliados à força e desinteressados uns dos outros. Transformar esta reconciliação neutral em soma, reintroduzindo nela cortes e demarcações de sentido, poderia ser uma das tarefas da crítica cultural: a que consiste em fazer implodir a pluralidade contraditória do sentido, desordenando os planos e superfícies de representação que as ideologias culturais pretendem manter intactas, sem vestígios das guerras de interpretações que se desatam continuamente em torno das hierarquias, arbitrariedades e censuras dos códigos de legitimação simbólica e política 18

 

para usar as palavras de Nelly Richard, essa que poderia ser uma das tarefas da crítica cultural, foi, visivelmente, definida como a principal tarefa da própria Revista, que resiste aos modismos sem ter se tornado anacrônica.

 

RIVERA, Jorge B. "Periodismo y Cultura". El Periodismo Cultural . Buenos Aires : Paidós, 1995.

RICHARD, Nelly. Intervenções Críticas Arte, Cultura, Gênero e Política. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2002. Pp. 26 e 27.

Idem. Esteticas de la Oblicuidad . Revista de Critica Cultural, Santiago, nº 01, maio de 1990, p. 08.

Nelly Richard é licenciada em Literatura Moderna (universidade Paris IV - Soborne), diretora do programa "postdictadura y tansición democrática em Chile", da Fundação Rockfeller (1997-2000), diretora da série "Crítica y Ensayos" da Editora Cuatro Próprio, em Santiago do Chile. Atualmente, engajada em projetos voltados aos estudos Culturais, dirige a Revista de Crítica Cultural.

RICHARD, Nelly. Esteticas de la Oblicuidad. Revista de Crítica Cultural . Santiago do Chile, n. 01, Maio de 1990, pp. 06 -08.

Idem., Ibdem p. 08.

Ensaio integrante do Livro Cultura híbridas. Estratégias para entrar y salir de la modernidad , publicado no primeiro número da Revista de Critica Cultural, em maio, 1990.

CASULLO, Nicollas. El centinella y la prostitura; subsuelos de la palabra. Revista de Critica Cultural , Santiago, nº 01, maio de 1990, p. 03.

SARLO, Beatriz. Que cambios trajo para nosotros la democracía? Revista de Critica Cultural , Santiago, nº 01, maio de 1990, p. 16.

VALDÉS, Adriana. América-Latina: Mujeres entre Culturas. Revista de Critica Cultural , Santiago, nº 01, maio de 1990, pp. 32-37.

RICHARD, Nelly. De la rebeldia anarquizante al dêsmt aje ideologico (crítica y poder). Revista de Crítica Cultural , Santiago, nº 2, novembro de 1990, p.06.

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SARLO, Beatriz. Basuras culturales, simulacros politicos. Revista de Crítica Cultural , Santiago, nº 2, novembro de 1990, p. 23.

RICHARD, Nelly. Intervenções críticas. Arte, Cultura, Gênero e Política. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2002, p.192.

Idem, Ibdem, p.191.

Idem, Ibdem, p.204.

Idem, Ibdem, p.189.

Idem, Ibdem, p. 185.

 


REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

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HALL , Stuart . Da Diáspora: Identidades e Mediações Culturais. Org. Liv Sovik; Trad. Adelaide La Guardia Resende et al. Belo Horizonte: Editora UFMG; Brasília: Representação da UNESCO no Brasil, 2003.

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ORTIZ, Renato. Estudios Culturales, fronteras y traspasos - Una perspectiva desde Brasil . Punto de Vista, Buenos Aires, v. 71, 2001.

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RICHARD, Nelly. Intervenções Criticas Arte, Cultura, Gênero e Política. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2002.

RIVERA, Jorge B. El periodismo cultural . Buenos Aires: Paidós, 1995.

www.prossiga.br/estudosculturais/pacc/