| LITERATURA ITALIANA SOB O REVÉRBERO |
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Coordenadores Profa. Dra. Maria Lizete dos Santos (UFRJ) Profa. Dra. Maria Franca Zuccarello (UERJ) |
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Resumo: Embora a dor ilhada ou coletiva / me
doa, antes celebro as coisas belas / que movem o sol e as demais estrelas
/ - antigos temas que parecem novos / de tão gratos ao meu e aos outros
povos". Nestes versos do poema "Da profissão de poeta", Geir Campos homenageia
Dante Alighieri cuja obra iluminou, e tem iluminado ao longo dos séculos,
a produção poética de vários escritores. E não somente Dante é refletido;
ecos da literatura e cultura italianas podem ser nitidamente identificáveis
em textos literários produzidos no Brasil e no mundo. E este Simpósio, que
dá seqüência a discussões sobre as interseções literárias e culturais entre
Brasil e Itália, iniciadas no X Congresso Internacional ABRALIC 2006, e
que procurou reunir professores e doutores vinculados aos programas de pós-graduação
da UERJ e UFRJ, principalmente, abre-se a novos pesquisadores e pretende
constituir-se fórum privilegiado para a apresentação de pesquisas que tenham
como foco a Literatura Italiana em suas variadas expressões e interações.
" Subtema: Literatura, dialogismo e intertextualidade |

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| Aldabra. La tartaruga che amava Shakespeare, de Silvana Gandolfi: o corpo em evidência por Ana Cristina Costa Barbuto |
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Resumo Neste trabalho, um preâmbulo à nossa dissertação de mestrado que tem como corpus o romance Aldabra. La tartaruga che amava Shakespeare de Silvana Gandolfi, examinaremos a expressão e a significação do corpo na narrativa da premiada escritora italiana. Serão focalizados a simbologia do corpo transformado, principalmente, e, ainda, o processo de criação de significados e imagens na obra. |
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| Os "novíssimos": a narrativa italiana contemporânea em foco por Annita Gullo |
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Resumo Dando continuidade à temática levantada por este simpósio, no último congresso, quando tratamos das culturas que dialogam, especialmente a brasileira e a italiana, que são objeto de nossos estudos, teceremos uma breve reflexão a respeito dos escritores italianos contemporâneos em suas variadas expressões e interações. Serão apresentados textos representativos da nova geração de escritores italianos que, naturalmente, refletem a crise da identidade italiana, e mundial, as transformações lingüísticas e culturais, diante de um cenário marcado pela globalização. |
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| Ragazzi di vita de Pier Paolo Pasolini: o exílio e a morte em foco por César Casimiro |
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Resumo Neste trabalho, resultado de nossas primeiras reflexões sobre o romance Ragazzi di vita (1955), de Pier Paolo Pasolini, pretendemos verificar como é apresentado o tema “exílio e morte”. Para tanto, serão examinados os mecanismos com os quais o multifacetado autor italiano nos sugere a importância da exclusão social e da morte como redenção, na narrativa dos seus personagens, na Roma dos anos 1950. |
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| A ficcionalização da realidade e a realização do fictício na antinarrativa de Giorgio Manganelli por Claudemir Francisco Alves |
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Resumo A obra de Giorgio Manganelli se caracteriza pela predileção pelo fronteiriço, pelo estado intermediário, por aquilo que não tem estatuto pragmático de verdade ou de realidade. Tomando como referência a concepção iseriana da transgressão de fronteiras entre o real, o fictício e o imaginário, este ensaio expõe e analisa o modo como alguns gêneros literários manganellianos se situam numa instável fronteira entre a auto-reflexividade literária e a referencialidade do jornalismo. O corsivo manganelliano se assemelha à crônica, mas trata os fatos do cotidiano segundo as regras dos jogos lingüísticos. A geocrítica – uma forma peculiar de relatos de viagens – trata, como texto interpretável, os lugares visitados. Em contraponto, as centúrias complexificam a noção de realidade e exacerbam os procedimentos de negação metafísica contidos nas outras formas textuais discutidas. Explorando a convivência de distintos possíveis do real, os corsivi, a geocrítica e as centúrias postulam que mesmo a experiência cotidiana evidencia uma luta com os princípios lógico-ontológicos que a regulam. |
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| A arte de comer no Século das Luzes na Palermo de Dacia Maraini por Fabiano Dalla Bona |
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Resumo A Europa do século XVIII vê-se transformada pela afetação francesa e pela mania das substâncias exóticas oriundas do Novo Mundo como o chocolate, as frutas tropicais, o tabaco e a redescoberta dos gelados e sorvetes. Cozinheiros-arquitetos fazem sua fortuna construindo apoteoses de açúcar, também vindo de além-mar. É nessa atmosfera que se desenrola a trama do livro La lunga vita di Marianna Ucrìa, da escritora siciliana Dacia Maraini. O ambiente é a Palermo do Século das Luzes e retrata a vida de mulheres da corte palermitana com suas perucas empoadas, seus espartilhos apertados, xícaras de chocolate, confeitos. O texto apresenta também reflexos da influência francesa nos principais livros de cozinha da época, numa espécie de deslocamento do eixo Roma-Florença para o país dos Luíses. |
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| GUIMARÃES ROSA EM MOMENTOS DE LITERATURA DANTESCA por Gibson Monteiro |
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Resumo O contato com a obra de Guimarães Rosa e a leitura de sua correspondência com Edoardo Bizzarri, seu tradutor para italiano, indicou-nos que o autor de Grande Sertão: Veredas em diversas passagens de suas narrativas inseriu episódios da Divina Commedia, bem como estabeleceu um contínuo diálogo com a obra maior de Dante Alighieri. Esses momentos dantescos podem ser observados desde Sagarana até Grande Sertão. Em nosso trabalho elencaremos alguns exemplos dessas apropriações da Commedia por Rosa, indo desde a utilização de versos até a concepção de personagens como Otacília, essa Beatriz sertaneja. Co-autor: Profa. Dra. ANDRÉIA GUERINI |
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| O manto que vela a morte: reflexões sobre a narrativa de Dino Buzzati por Izabel Cristina Cordeiro Lima Costa |
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Resumo Esta comunicação pretende divulgar o resultado de nossas reflexões iniciais sobre a narrativa do escritor italiano Dino Buzzati, a partir dos contos “Il mantello”, “Una goccia” e “Sette piani”. Procuraremos evidenciar como o autor, através da narrativa fantástica, aborda um tema caro ao homem, inerente à sua condição essencial, a morte. |
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| A música desatando nós no ensino das línguas por Jaci Correia Fernandes |
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Resumo Este trabalho é resultado de uma pesquisa sobre o ensino da língua portuguesa e estrangeiras modernas.Trata-se de uma sugestão metodológica renovada.A sugestão,comprovada com pesquisa de campo e respaldada por suporte teórico/pedagógico pertinente, é fornecer subsídios ao professor para que ele possa aprimorar as habilidades de ouvir,falar,ler e escrever dos alunos.O ensino de línguas sustentado por textos poéticos musicados desperta e enriquece a sensibilidade para os fatos da língua,levando o aprendiz a perceber as alterações de significados da mensagem.A competência comunicativa se fortalece e contribui, de forma significativa, para a dimunuição da exclusão social |
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| Notas sobre a crítica literária de Ugo Foscolo: uma leitura de “I principj di critica poetica” por Karine Simoni |
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Resumo A atividade de Ugo Foscolo (1778-1827) como crítico e teórico da literatura destaca-se pela complexidade de temáticas que afrontou nos seus ensaios críticos, apesar de ser conhecido principalmente pelas composições poéticas e pelo romance “Le ultime lettere di Jacopo Ortis”. O objetivo da presente comunicação é apresentar as contribuições de Foscolo para a teoria e a crítica literária presentes no ensaio “Principi di critica poetica”, de 1823, escrito como prefácio do texto “Epoche della lingua italiana”, cujos aspectos suscitam uma reflexão acerca da natureza da literatura, da língua e da arte, bem como da sua relação com a política e a cultura. Trata-se de um estudo sobre as condições e possibilidades do exercício crítico, de modo a destacar como o autor utilizou-se dos conceitos de crítica para analisar a literatura italiana no início do Oitocentos. |
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| O corpo em exame na narrativa de Andrea Camilleri por Luciana Nascimento de Almeida |
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Resumo Este trabalho propõe-se a estudar o papel do corpo como instrumento de comunicação, tendo como corpus de análise os romances “gialli" La pazienza del ragno e La voce del violino, do romancista italiano Andrea Camilleri. Procurar-se-á demonstrar a função do corpo como elemento alicerçar na construção das narrativas, expressão da cultura e do humano. |
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| "La vita è bella": o filme que conta a dor do povo judeu por Maria Franca Zuccarello |
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Resumo Quando nos propusemos a fazer este trabalho, escrevendo a respeito da linguagem usada por Roberto Benigni nofilme cômico-trágico La vita è bella, fomos levados pelo assunto, para nós fascinante exatamente por ser demasiadamente trágico e paradoxal, ainda mais se pensarmos que ocorreu na moderna Europa do Século XX. As imagens da escritura filmica usadas, apesar de o autor ter dado ao filme esse bonito título e um tom de comédia, falam da dor do holocausto dos judeus, por tocarem, veladamente, no trágico sofrimento desse povo já muitas vezes condenado pela história. Benigni disse que não se propunha a fazer teoria sobre o porquê da dor eterna do povo judeu, nem do terrível momento do holocausto, mas que queria apenas contar uma bonita história de amor entre um casal e seu pequeno filho. A trajetória de Guido, que teceu um jogo para que Giosué não percebesse o horror, corre jocosamente até sua morte, ocorrida pela intolerância do homem alemão para com o homem judeu. |
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| O “Evangelho segundo Mateus” lido por Pasolini por Maria Lizete Santos |
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Resumo Pier Paolo Pasolini (1922-1975), poeta, romancista, ensaísta, dramaturgo, cineasta, teórico, filólogo, professor, é um dos mais versáteis intelectuais da cultura italiana do século XX. Tinha a realidade como matéria-prima do seu fazer poético e procurava traduzir a sua leitura do mundo em diferentes linguagens. A partir do filme “Evangelho segundo Mateus”, este trabalho propõe-se a examinar como Pasolini, inspirado no livro bíblico, focalizou indivíduos e grupos marginalizados na Roma dos anos 1950. |
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| Il Viaggio de Adriana Braggi: Corpo, Performance e Escritura por Pedro Murad |
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Resumo Luigi Pirandello, ao longo de sua produção literária, trilhou os mais variados campos textuais, como o conto, o romance, o ensaio, a poesia e o teatro. As fábulas de muitas de suas peças (La Patente, Pensaci, Giacomino!, La Signora Frola E Il Signor Ponza, Suo Genero, entretantos) aparecem em diversos contos, reunidos emNovelle per un Anno. Assim, estabelecendo um recorte, busca-se detalhar as diferenças entre os modos de escritura presentes especialmente no conto e no drama. Modos de carpintaria textual distintos, onde o corpo revela-se um precipitador essencial. Logo, através da noção de performance pensada por Paul Zumthor, procura-se visualizar a passagem, a metamorfose, enfim, os meandros entre a ficção contida no conto e a ficção dramatizada. Para tanto, a partir da análise um fragmento de um conto pirandelliano intitulado Il Viaggio, vislumbra-se pensar o próprio estatuto do texto e suas fronteiras entre o impresso e a ribalta. |
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| ANÁLISE DO DISCURSO DE BOLOGNA DE BENITO MUSSOLINI: O CORPO POLÍTICO FASCISTA por Rafael Iorio |
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Resumo O presente trabalho foi idealizado na disciplina “Literaturas Neolatinas: histórico e imaginário - LEN 842”, ministrada pela Profª. Drª. Flora de Paoli Faria no Programa de Pós-graduação em Letras Neolatinas da Universidade Federal do Rio de Janeiro, e pretende ser parte de um capítulo de nossa tese de doutorado intitulada “Os discursos de Benito Mussolini: uma proposta de construção da identidade cultural italiana”. A citada disciplina teve como temática a relação do corpo e sua linguagem com a criação artística literária italiana. Tal abordagem nos estimulou a indagar, nas análises dos discursos de Benito Mussolini para a construção da identidade cultural italiana que estamos pesquisando para a nossa tese de doutorado, de que forma o corpo estaria presente em nossos corpora. Para tanto, escolhemos o discurso de Bolonha, visto a sua importância como discurso que vem a estabelecer as bases e idéias essenciais do fascismo. Sendo assim, o objetivo de nosso trabalho é demonstrar como se constrói o corpo político fascista através do discurso de Bolonha de Benito Mussolini. |
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| Ensino de línguas estrangeiras através da literatura: o contexto em textos literários por Rafael Ferreira da Silva |
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Resumo A língua é muito mais complexa do que se pode imaginar, pois nela estão presentes vários aspectos aos quais deve ser dada a merecida atenção. É um produto da cultura, o mais extraordinário produto cultural do grupo que a fala. Ao mesmo tempo, codifica no seu léxico, nas formas lingüísticas e nas suas estruturas gramaticais as experiências históricas do grupo, os valores em que isto se reconhece, as suas maneiras de viver e de pensar, os modelos culturais que assinalam e dirigem o seu caminho na História. A questão da contextualização ultrapassa os limites da localização no discurso até chegar à esfera da identidade subjetiva, presente pelos fatores trazidos com o aprendiz de língua estrangeira. A contextualização funciona como uma alavanca motriz que lhe permite reconhecer/dominar a situação expressa no momento da aprendizagem. É mais coerente para o aluno quando o que está sendo aprendido faz sentido de maneira global, quando o input está bem situado dentro de um contexto compreensível para ele. A atividade didática tem, portanto, o objetivo de indicar nas palavras da língua o poder de síntese cultural que possuem, o confronto de modelos de organização social de vida em que as palavras se unem, pois o elemento cultura vai transparecer nesse registro escolhido, aprendido e falado pelo aluno. |
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| Hiper-autor de hiper-romances. por Reheniglei Rehem |
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Resumo No que se refere à arte participacionista contemporânea, teóricos e artistas começaram a dar respostas ao princípio do inacabamento da obra de arte. Italo Calvino, a bem dizer, um escritor que não se reconhece nas ‘intenções totalizantes’ e nem na ‘verdade de completude’, responde a este caráter dialógico da obra de arte por meio da sua produção artística enquanto processo de interação entre o emissor (o autor-criador) e o receptor (o leitor co-criador). |
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| Tradução e “weltanschaung” por CARLOS DA SILVA SOBRAL |
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Resumo A superação das fronteiras no terceiro milênio traz questionamentos de várias naturezas. A redução do espaço físico entre os povos ainda não atenuou na mesma medida os descompassos de interpretação e inferência dos valores inerentes a cada cultura, na macro, mas sobretudo na micro dimensão. Fatores determinantes e circunstanciais que caracterizam input na aquisição da L1, como ambiente, valores culturais e estrutura psicológica, tanto impregnam como determinam o modelo de semiotização individual e de grupo plasmados nos códigos. Muitos estudiosos que teorizam sobre tradução consideram os múltiplos aspectos interdisciplinares da matéria e tem apontado para a importância dos Estudos Culturais como a sede adequada para a fundamentação de suas idéias. O texto literário, embaixador-mor do quilate expressivo das culturas, apresenta-se como o terreno mais fértil para a investigação do nível de permeabilidade entre as culturas e o fazer tradutório, um exercício que evidencia a crise de assimetria interlingual. O nosso objetivo, então, centra o foco nas questões que emergem da prática da tradução do texto literário no par italiano/português, expandindo parauma reflexão sobre o limite de escolha e determinantes inconscientes que interagem no processo tradutório. |
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