Genilson Conceição da Silva (IF Baiano), Luciano Penelu Bitencurt Pacheco (Universidade Estadual de Feira de Santana)
Geralmente, na educação formal, a literatura é direcionada para propósitos relacionados a processos seletivos e vestibulares. Tanto a forma como o conteúdo do ensino da literatura, ficam limitados a normas que limitam as possibilidades de invenção-criação, tornando o convívio do estudante com o tema, algo superficial e por vezes burocrático.
A comunicação ora apresentada visa demonstrar a metodologia e os resultados do uso expandido da literatura, bem como experimentos com a literatura do absurdo com alunos do ensino médio. Habitar a linguagem, através de percepções inventivas, tanto em seus morfemas quanto em seus sintagmas, pode contribuir para uma vivência mais criativa com a linguagem. A proposta dessa comunicação é apresentar duas experiências, ocorridas no ano de 2022, no contexto da sala de aula do ensino médio, são elas: o uso expandido do conto "o velho homem na ponte" de Ernest Hemingway e também a utilização do fluxo de consciência e da literatura do absurdo, enquanto abordagem criativa, voltada para a publicação, em formato de e-book , do livro "Doses poéticas do absurdo", que encontra-se disponível na Amazon . As experiências citadas ocorreram respectivamente no Colégio Helyos, na cidade de Feira de Santana e no Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Bahia , campus Paulo Afonso, ambas instituições localizam-se no estado da Bahia.
Palavras-chave: Palavras-Chave: Literatura e Artes; Literatura e Fluxo de Consciência; Literatura e outras mídias; Literatura e absurdo